Atualizado 25.03.2010 -20:00 BRT - 23:00 GMT
Anna Carolina Trotta Jatobá, fala em plenário, que se confundiu sobre o tempo que o casal ficou aguardando para sair do carro.
Anna Carolina Jatobá, disse que se confundiu sobre o tempo que o casal ficou aguardando para sair do carro na garagem na noite em que Isabella morreu e quando inquirida pelo promotor Dr. Francisco Cembranelli sobre o fato de não ter mencionado em depoimento à polícia que havia perdido a chave do apartamento, ela afirmou que não falou sobre isso porque estava nervosa e não se lembrava.
Em suma, percebe-se várias contradições entre o que os acusados falaram. Há divergências não na essencia entre o casal e Ana Carolina Oliveira, o que pode inviabilizar uma acareação.
As negativas do casal, não demonstraram ser muito convincentes, no entanto, caberá aos jurados avaliarem estas negativas, depois que tanto acusação como defesa, efetuarem as alegações finais.
Anna Carolina Jatobá, já esta aproximadamente há três horas sendo questionada em plenário. Agora (20:00 BRT) a acusada é interrogada pela assistente de acusação, Drª Cristina Christo. Após as perguntas da advogada, quem irá interrogar Jatobá, é o advogado de defesa Dr. Roberto Podval.
Atualizado 25.03.2010 -19:10 BRT - 22:10 GMT
Após a Pausa para lanche, Anna Carolina Trotta Jatobá, volta a falar em plenário.
Por Elizabeth Misciasci
Anna Carolina Jatobá, retoma seu depoimento por volta das 18h10m no Fórum Regional de Santana na Zona Norte de São Paulo.
Com aspecto cansado, o Conselho de Sentença no Julgamento do Caso Isabella, ouve a interroganda, mas, até o momento, nenhum dos jurados, fez qualquer pergunta a Anna Jatobá (madrasta de Isabella).
Anna Jatobá presta seu depoimento na presença de Alexandre Alves Nardoni, pois o mesmo, já foi ouvido em Juízo. Quanto ao fato de que se haverá ou não acareação, o advogado de defesa Dr. Roberto Podval, ainda nada anunciou.
Neste momento, Anna Jatobá, é interrogada pelo representante do Ministério Público, Dr. Francisco Cembranelli, que neste ato é órgão acusatório, do Caso Isabella.
O depoimento de Alexandre Nardoni, levou aproximadamente cinco horas, sendo uma hora utilizada pela defesa e as demais pela promotoria. Quanto ao depoimento de Anna Jatobá, ainda não se sabe quanto tempo Jatobá irá permanecerá em interrogatório, mas desde que retorno da segunda pausa do dia de hoje, ela já fala à uma hora.
Termina o Interrogatório de Alexandre Alves Nardoni e Anna Carolina Trotta Jatobá, começa a depor em plenário
Atualizado 25.03.2010 -16:50 BRT - 19:50 GMT
Por Elizabeth Misciasci
O depoimento de Alexandre Nardoni que começou por volta das 10h45m neste quarto dia de Julgamento, é encerrado aproximadamente ás 16h25m. Um depoimento não muito extenso quando inquerido pela defesa e provocou discussões em plenário.
Alexandre, que chorou por algumas vêzes e alegou inocência, também se esquivou de responder algumas perguntas feitas pelos representantes da acusação.
Não há como se especular, afirmando se o depoimento do acusado Alexandre Nardoni, foi previamente instruído pela defesa, no entanto, quando questionado sobre alguns quesitos referentes a questões que podem ser importantes para decisão do Conselho de Sentença, Alexandre demonstrava receio em "se comprometer" portanto, respondia que tal quesito deveria ser questionado a Jatobá, pois ele ou não se recordava ou não saberia responder.
Foram vários os momentos de tensão, e Alexandre não foi retirado do Plenário, para que ouvisse o que Anna Carolina Jatobá teria a declarar. (Isso só foi permitido, porque ele, Alexandre já foi ouvido).
Ás 16h30m Anna Carolina Peixoto Trotta Jatobá, começa a falar diante do Mister Juízo que Preside o Plenário do Juri. Assim como segue o procolo, Dr. Maurício Fosse, leu acusação para Jatobá, questionando na sequencia, se ela teria conhecimento do que estava sendo acusada e se tais denuncias procederiam.
Ela, Anna Jatobá, que já começou o depoimento chorando, negou as acusações da denúncia e passou a falar, com a voz embargada e muito rapidamente. Jatobá anunciou que "são falsas" as alegações da denúncia e começou a contar fatos desde o dia 26.03.2008, três dias antes dos fatos.
O Juiz Dr. Mauricio Fossen, pediu para que a acusada falasse mais pausadamente e devagar, para que todos pudessem entender o que ela estaria relatando e irá falar.
Por: Elizabeth Misciasci
Quarto dia de Julgamento do Caso Isabella.
Atualizado 25.03.2010 -12:40 BRT - 15:40 GMT
Por: Elizabeth Misciasci
Antes de iniciar o interrogatório, o juiz Dr. Maurício Fossen leu para Alexandre as acusações que pesam contra ele. O acusado, então, afirmou que as acusações não são verdadeiras.
Após a leitura da denuncia pelo Juiz que preside o plenário do juri, e negativa do acusado quanto as acusações que responde como réu, mas, ciente do que lhe é imputado, Alexandre pediu ao Ilustríssimo Juizo, para prestar seu interrogatório virado de frente para o Conselho de sentença.
Deferido o pedido, Alexandre Alves Nardoni, que é um dos acusados pelo homicídio triplamente qualificado da filha Isabella, e interrongado neste quarto dia de Julgamento do Caso Isabella, passou a falar sobre a passagem do dia anterior ao ocorrido e chorou. Outro momento em que Alexandre também chorou, foi quando relatou aos jurados, como chegou ao quarto e viu a tela de proteção cortada, disse que estava com o filho Pietro no colo e se inclinou na janela para olhar. Foi então, conforme seus relatos, que viu Isabella caida.
O Julgamento continua e o interrogatório de Alexandre pode levar de três a cinco horas.
Atualizado 25.03.2010 -10:50 BRT - 13:50 GMT
Por: Elizabeth Misciasci
COMEÇA O INTERROGATÓRIO DO CASAL NARDONI
O primeiro a ser ouvido é Alexandre. Anna Jatobá foi retirada da sala do Tribunal do Júri.
Anna Carolina Trotta Jatobá, fala em plenário, que se confundiu sobre o tempo que o casal ficou aguardando para sair do carro.
Anna Carolina Jatobá, disse que se confundiu sobre o tempo que o casal ficou aguardando para sair do carro na garagem na noite em que Isabella morreu e quando inquirida pelo promotor Dr. Francisco Cembranelli sobre o fato de não ter mencionado em depoimento à polícia que havia perdido a chave do apartamento, ela afirmou que não falou sobre isso porque estava nervosa e não se lembrava.
Em suma, percebe-se várias contradições entre o que os acusados falaram. Há divergências não na essencia entre o casal e Ana Carolina Oliveira, o que pode inviabilizar uma acareação.
As negativas do casal, não demonstraram ser muito convincentes, no entanto, caberá aos jurados avaliarem estas negativas, depois que tanto acusação como defesa, efetuarem as alegações finais.
Anna Carolina Jatobá, já esta aproximadamente há três horas sendo questionada em plenário. Agora (20:00 BRT) a acusada é interrogada pela assistente de acusação, Drª Cristina Christo. Após as perguntas da advogada, quem irá interrogar Jatobá, é o advogado de defesa Dr. Roberto Podval.
Atualizado 25.03.2010 -19:10 BRT - 22:10 GMT
Após a Pausa para lanche, Anna Carolina Trotta Jatobá, volta a falar em plenário.
Por Elizabeth Misciasci
Anna Carolina Jatobá, retoma seu depoimento por volta das 18h10m no Fórum Regional de Santana na Zona Norte de São Paulo.
Com aspecto cansado, o Conselho de Sentença no Julgamento do Caso Isabella, ouve a interroganda, mas, até o momento, nenhum dos jurados, fez qualquer pergunta a Anna Jatobá (madrasta de Isabella).
Anna Jatobá presta seu depoimento na presença de Alexandre Alves Nardoni, pois o mesmo, já foi ouvido em Juízo. Quanto ao fato de que se haverá ou não acareação, o advogado de defesa Dr. Roberto Podval, ainda nada anunciou.
Neste momento, Anna Jatobá, é interrogada pelo representante do Ministério Público, Dr. Francisco Cembranelli, que neste ato é órgão acusatório, do Caso Isabella.
O depoimento de Alexandre Nardoni, levou aproximadamente cinco horas, sendo uma hora utilizada pela defesa e as demais pela promotoria. Quanto ao depoimento de Anna Jatobá, ainda não se sabe quanto tempo Jatobá irá permanecerá em interrogatório, mas desde que retorno da segunda pausa do dia de hoje, ela já fala à uma hora.
Termina o Interrogatório de Alexandre Alves Nardoni e Anna Carolina Trotta Jatobá, começa a depor em plenário
Atualizado 25.03.2010 -16:50 BRT - 19:50 GMT
Por Elizabeth Misciasci
O depoimento de Alexandre Nardoni que começou por volta das 10h45m neste quarto dia de Julgamento, é encerrado aproximadamente ás 16h25m. Um depoimento não muito extenso quando inquerido pela defesa e provocou discussões em plenário.
Alexandre, que chorou por algumas vêzes e alegou inocência, também se esquivou de responder algumas perguntas feitas pelos representantes da acusação.
Não há como se especular, afirmando se o depoimento do acusado Alexandre Nardoni, foi previamente instruído pela defesa, no entanto, quando questionado sobre alguns quesitos referentes a questões que podem ser importantes para decisão do Conselho de Sentença, Alexandre demonstrava receio em "se comprometer" portanto, respondia que tal quesito deveria ser questionado a Jatobá, pois ele ou não se recordava ou não saberia responder.
Foram vários os momentos de tensão, e Alexandre não foi retirado do Plenário, para que ouvisse o que Anna Carolina Jatobá teria a declarar. (Isso só foi permitido, porque ele, Alexandre já foi ouvido).
Ás 16h30m Anna Carolina Peixoto Trotta Jatobá, começa a falar diante do Mister Juízo que Preside o Plenário do Juri. Assim como segue o procolo, Dr. Maurício Fosse, leu acusação para Jatobá, questionando na sequencia, se ela teria conhecimento do que estava sendo acusada e se tais denuncias procederiam.
Ela, Anna Jatobá, que já começou o depoimento chorando, negou as acusações da denúncia e passou a falar, com a voz embargada e muito rapidamente. Jatobá anunciou que "são falsas" as alegações da denúncia e começou a contar fatos desde o dia 26.03.2008, três dias antes dos fatos.
O Juiz Dr. Mauricio Fossen, pediu para que a acusada falasse mais pausadamente e devagar, para que todos pudessem entender o que ela estaria relatando e irá falar.
Por: Elizabeth Misciasci
Quarto dia de Julgamento do Caso Isabella.
Atualizado 25.03.2010 -12:40 BRT - 15:40 GMT
Por: Elizabeth Misciasci
Antes de iniciar o interrogatório, o juiz Dr. Maurício Fossen leu para Alexandre as acusações que pesam contra ele. O acusado, então, afirmou que as acusações não são verdadeiras.
Após a leitura da denuncia pelo Juiz que preside o plenário do juri, e negativa do acusado quanto as acusações que responde como réu, mas, ciente do que lhe é imputado, Alexandre pediu ao Ilustríssimo Juizo, para prestar seu interrogatório virado de frente para o Conselho de sentença.
Deferido o pedido, Alexandre Alves Nardoni, que é um dos acusados pelo homicídio triplamente qualificado da filha Isabella, e interrongado neste quarto dia de Julgamento do Caso Isabella, passou a falar sobre a passagem do dia anterior ao ocorrido e chorou. Outro momento em que Alexandre também chorou, foi quando relatou aos jurados, como chegou ao quarto e viu a tela de proteção cortada, disse que estava com o filho Pietro no colo e se inclinou na janela para olhar. Foi então, conforme seus relatos, que viu Isabella caida.
O Julgamento continua e o interrogatório de Alexandre pode levar de três a cinco horas.
Atualizado 25.03.2010 -10:50 BRT - 13:50 GMT
Por: Elizabeth Misciasci
COMEÇA O INTERROGATÓRIO DO CASAL NARDONI
O primeiro a ser ouvido é Alexandre. Anna Jatobá foi retirada da sala do Tribunal do Júri.
Atualizado 24.03.2010 -23:20 BRT - 02:20 GMT
Por: Elizabeth Misciasci
Manifestações em solidariedade e apoio aos familiares de Ana Carolina Oliveira (mãe de Isabella) marcam o terceiro dia de julgamento, e muitos ainda permanecem em frente ao fórum de Santana, zona norte de SP.
Essa mobilização deverá continuar no quarto dia de Julgamento, já que várias pessoas da sociedade, amigos, representantes de comunidadese movimentos, como Sandra Domingues, idealizadora de várias comunidades no orkut. entre estas "Na Busca Por Justiça e Tributo a Madeleine e Isabella" (foto camiseta preta Gabriela Sou da Paz) continuarão acompanhando o julgamento o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá e exibindo cartazes de protesto
Por: Elizabeth Misciasci
Manifestações em solidariedade e apoio aos familiares de Ana Carolina Oliveira (mãe de Isabella) marcam o terceiro dia de julgamento, e muitos ainda permanecem em frente ao fórum de Santana, zona norte de SP.
Essa mobilização deverá continuar no quarto dia de Julgamento, já que várias pessoas da sociedade, amigos, representantes de comunidadese movimentos, como Sandra Domingues, idealizadora de várias comunidades no orkut. entre estas "Na Busca Por Justiça e Tributo a Madeleine e Isabella" (foto camiseta preta Gabriela Sou da Paz) continuarão acompanhando o julgamento o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá e exibindo cartazes de protesto
Atualizado 24.03.2010 -22:20 BRT - 01:20 GMT
Dr Roberto Podval, advogado de defesa do casal Nardoni, ao deixar o Fórum de Santana, justificou a dispensa hoje de nove testemunhas. - "A demora (do julgamento) é ruim para a defesa", definiu.
Para o Podval, ainda não há provas no caso que incriminam os réus e existe inconsistência na dinâmica do crime apresentada pela perícia. O advogado declarou também que só decidirá se insistirá no pedido de acareação entre os acusados e Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella, após o interrogatório de Alexandre e Anna Carolina Jatobá.
Já o Promotor Dr. Francisco Cembranelli, os advogados da defesa, estão se saindo mal no júri. - "Para quem ameaçou antes do julgamento desqualificar um trabalho sério, o desempenho da defesa foi pífio", salientou. Cembranelli disse ainda que Ana Carolina Oliveira (Carol) está abalada e, segundo lhe foi informado por um médico do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), deprimida, tanto que mudaram a mãe de Isabela de "sala" para que pudesse estar mais próxima da equipe médica do Fórum.
Alexandre Alves Nardoni e Anna Carolina Trotta Jatobá, deixaram o Fórum de Santana, logo após o encerramento do terceiro dia de julgamento. Alexandre retornou para o CDP Pinheiros) Centro de Detençaõ Provisória de Pinheiros e Ana Jatobá, esta na (PFS) Penitenciária Feminina da Santana (Antiga Penitenciária do Estado - quando ainda era um Presidio Masculino).
Esta previsto para amanhã, 25 de março de 2010, e quarto dia de Julgamento do Caso Isabella os depoimentos de Alecandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá.
Atualizado 24.03.2010 -19:20 BRT - 22:20 GMT
Julgamento esta suspenso na noite desta quarta-feira e (*) em razão de uma discussão técnica, Ana Carolina Oliveira, permanecerá "custodiada" no Fórum de Santana.
Os acusados também não serão mais ouvidos hoje, encerrando o terceiro dia do Julgamento do Caso Isabella.
Atualizado 24.03.2010 -19:00 BRT - 22:00 GMT
Esta sendo definido no plenário do Juri, se o Casal Nardoni será ouvido dentro de minutos ou não.
Se de fato for confirmado que o casal será interrogado ainda hoje, o casal ficará separado, ou seja, um é retirado do plenário para que o outro seja interrogado sózinho. A decisão ainda não foi despachada, mas, em caso de deferimento, um dos dois deverá iniciar seu depoimento á partir das 19h30.
Quem irá decidir a ordem do interrogatório, ou seja, qual dos dois acusados será o primeiro a depor, é o promotor Francisco Cembranelli (Representante do Ministério Público) e órgão acusatório no Julgamento do Caso Isabella.
Atualizado 24.03.2010 -19:00 BRT - 22:00 GMT
Dr. Maurício Fossen, diz - "Não tem cabimento uma acareação entre Ana Carolina Oliveira (mãe de Isabella) com Alexandre Alves Nardoni e Anna Carolina Trotta Jatobá (os dois acusados do crime)"
Os dois depoimentos mais importantes no dia de hoje, foi o da perita Rosângela Monteiro e do Jornalista Rogério Pagnam, (que inclusive na hora de fazer apontamentos na maquete que esta no plenário, quebrou a peça). Pagnam foi o Jornalista que entrevistou o pedreiro Gabriel Santos, e registrou sua entrevista que narrava a presença de uma terceira pessoa.
Atualizado 24.03.2010 -18:40 BRT - 21:40 GMT
Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella, foi autorizada a deixar o Fórum de Santana, na Zona Norte, onde acontece o Julgamento do Casal Nardoni
Carol, mãe de Isabella, estava incomunicável desde o primeiro dia de julgamento, teria sido liberada da "manutenção custodiada" que estava submetida durante o julgamento do Casal Nardoni.
O advogado que alegava que Ana Carolina Oliveira, estaria, não por ser "ele o cruel", mas, custodiada temporariamente, apontando ter sido prática "cruel da acusação" e não da defesa. Com essa atitude, demonstra fragmento de preocupação, provavelmente em razão do clamor social. Ana Carolina Oliveira, que não esteve bem durante a madrugada desta quarta-feira, deveria e seria finalmente "liberada". (*)
Se for mesmo comprovado que Anna Carolina Trottá Jatobá possa ter proporcionado a esganadura na pequena Isabella, o fato do Alexandre não ter feito no mínimo uma respiração boca-a-boca na criança, já mostra a creldade do crime.
O momento mais importante virá no quarto quesito, que é a resposta dos jurados se absolvem os acusados. Pois é um momento "sem volta". Quem conseguir convencer que a tese é mais consistente (acusação/defesa) definirá para o Conselho de sentença, esse quesito.
Atualizado 24.03.2010 -18:00 BRT - 21:00 GMT
Termina o depoimento da perita e oito testemunhas são dispensadas pela defesa.
Por volta de 17h35m terminou o depoimento do Jornalista Rogério Pagnan. Na sequencia, o advogado da defesa do casal Nardoni, dispensou o pedreiro, que foi tão citado e focado como testemunha importante para a defesa.
Foi inclusive em razão da falta de intimação desta testemunha, Gabriel Santos, considerado "testemunha chave" que chegou a veicular tornando-se uma incógnita, se o Julgamento aconteceria ou seria adiado.
A perita Rosângela Monteiro, encerrou seu depoimento no Plenário do Juri, dizendo que as marcas da rede de proteção, evidênciadas na camiseta de Alexandre Nardoni foram típicas e irrefutáveis de que foi ele quem atirou a menina pela janela.
Por Elizabeth Misciasci
Atualizado 24.03.2010 -15:20 BRT - 18:20 GMT
O plenário retoma os trabalhos neste terceiro dia de Julgamento do Caso Isabella às 14h42m.
Por Elizabeth Misciasci
Após a pausa para almoço, o plenário reinicia o depoimento da perita Rosângela Monteiro. Ela que na primeira fase do testemunho, passou aproximadamente duas horas e meia depondo, continua neste momento a falar diante do Conselho de Sentença e Douto Juizo Dr. Maurício Fossen, que Preside o plenário, no Fórum Regional de Santana.
Após o depoimento da perita Rosângela Monteiro, está previsto o início dos depoimentos do rol de testemunhas da defesa, que até o momento, conta com dez testemunhas, que são:
Rogerio Pagnan, jornalista
Gabriel Santos Neto, pedreiro
Calixto Calil Filho, delegado de polícia
Marcia Iracema Boschi Casagrande, perita criminal
Sergio Vieira Ferreira, perito criminal
Monica Miranda Catarino, perita criminal
Carlos Penteado Cuoco, médico legista do IML
Laércio de Oliveira Cesar, médico legista do IML
Jair Stirbulov, escrivão de polícia
Theklis Caldo Katifedenios, investigador policial
Conforme declarado pelo advogado da defesa do Casal Nardoni, Dr. Roberto Podval, ele poderá diminuir até pela metade o número destas testemunhas arroladas, no entanto, ainda nada foi confirmado neste sentido.
Atualizado 24.03.2010 -13:28 BRT - 15:28 GMT
Pausa para almoço
Por Elizabeth Misciasci
O depoimento da perita Rosângela Monteiro, foi interrompido a pedido da própria perita, para pausa de almoço.
Rosângela que é a primeira testemunha que está sendo ouvida neste terceiro dia de julgamento do Caso Isabella. O testemunho da perita, é considerado um dos mais importantes e esclarecedores depoimentos, tanto é, que foi ansiosamente aguardado e esta sendo cristalino, pois não houve até o momento, questionamentos à testemunha por parte dos jurados.
Após a pausa iniciada ás 13h15m o plenário retomará os trabalhos.
Atualizado 24.03.2010 -12:10 BRT - 15:10 GMT
Rosângela Monteiro afirma que o sangue encontrado no local do crime era mesmo de Isabella e que a pequena já chegou machucada no apartamento
Por Elizabeth Misciasci
Rosângela Monteiro a perita que esta sendo ouvida neste momento em plenário, afirmou que os dois lugares possíveis de dizer afirmativamente que eram sangue humano e de Isabella, foram a tela de onde Isabella foi lançada e no carro.
Nestes dois locais foram feitos exames detalhados que constataram que eram mesmo de Isabella.
Nesse momento Rosa Oliveira (vovó Rosa) não teria aguentado a emoção, evitando saber detalhes, ela se ausentou do plenário juntamente com Seu Zé, pai de Ana Carolina Oliveira, mãe da pequena Isabella. No entanto, os avós maternos, permanecem no Fórum, mas por enquanto, do lado de fora, aguardando as informações para retornarem a sala do Juri.
Rosângela que fala desde as 10h16m da manhã, disse que nestes 30 anos de profissão, sendo vinte e seis só no instituto de criminalística, pode dizer que o local foi muito bem preservado, e que lhe deu a certeza de muitas respostas que comprometem a defesa.
Ela informou comprovadamente e diante da maquete, que Isabella foi ferida sim, antes de chegar ao apartamento.
Atualizado 24.03.2010 -11:30 BRT - 14:30 GMT
Começa o Terceiro dia do Julgamento do Caso Isabella.
Por Elizabeth Misciasci
Terceiro dia do Julgamento do Caso Isabella, continua hoje dia 24.03.2010 com atraso de de uma hora e dezesseis minutos. Os trabalhos se iniciaram ás 10h16m, no Fórum Regional de Santana - Zona Norte de São Paulo.
A primeira testemunha a ser ouvida e já esta em plenário é a perita Rosângela Monteiro, que deverá responder uma média de 160 perguntas préviamente elaboradas pela defesa do casal Nardoni.
Rosângela Monteiro, é a perita que elaborou o laudo que descreve as causas que levaram a óbito a pequena Isabella. A perita é uma das três testemunhas que foram arroladas tanto pela defesa, como pela acusação.
De acôrdo com as informações da assessoria de Imprensa do Tribunal, neste terceiro dia de Julgamento, está previsto que além da depoente Rosângela Monteiro, mais dez testemunhas, poderão ser ouvidas ainda hoje.
Rosângela que já esta a uma hora em plenário, deverá ser detalhe sobre os trabalhos efetuados pelo Instituto de Criminalista. O depoimento da perita é muito importante, ela também trabalha com a maquete, poderá usar um vídeo e esclarecer peças fundamentais para os jurados.
Rosangela que concluiu a primeira parte do seu depoimento, disse que foram usados dois reagentes e confirmou que as manchas encojntradas eram sim de sangue. A perita deixou conclusivamente e positivamente a certeza de que contrariamente alegado pela acusação, as manchas encontradas no rol, sala, quarto do apartamento do edifício London eram de sangue.
Neste momento o Acusado Alexandre Nardoni, pela primeira vez esboçou reação e levantou a cabeça, olhando atento para a perita.
Rosângela disse ter sido a segunda a chegar no edifício London e que só ela, com trinta anos de profissão na especialização pericial, tem aptidão para utilizar o segundo reagente (que foi também usado) aqui no estado de São Paulo, e que este segundo agente foi necessário, pois o luminol apontava com sangue todos os vestígios. Que este procedimento de utilizar o segundo reagente, foi justamente para não deixar qualquer dúvida quanto as marcas encontradas. Rosângela deixou claro que nenhuma das manchas poderiam ser de alho, nabo, ou qualquer outro legume ou tempero, conforme havia sido levantado em dúvida pela defesa. Portanto, mais uma vez a testemunha afirmou ser sim sangue humano o encontrado desde o carro até o apartamento e lençol no apartamento do casal Nardoni.
Agora, as 11h29m Rosângela Monteiro, passa a ser inquirida pela outra parte. Após o depoimento dela, terá início os testemunhos da defesa.
Conforme esclareceu o próprio advogado de defesa do casal Alexandre Alves Nardoni e Anna Carolina Peixoto Trotta Jatobá, Dr. Roberto Podva, pretende diminuir o número de testemunhas arroladas, com o objetivo de não estender demasiadamente o Julgamento do Caso Isabella.
As dez testemunhas previstas para serem ouvidas nesta quarta-feira, são:
Rogerio Pagnan, jornalista
Gabriel Santos Neto, pedreiro
Calixto Calil Filho, delegado de polícia
Marcia Iracema Boschi Casagrande, perita criminal
Sergio Vieira Ferreira, perito criminal
Monica Miranda Catarino, perita criminal
Carlos Penteado Cuoco, médico legista do IML
Laércio de Oliveira Cesar, médico legista do IML
Jair Stirbulov, escrivão de polícia
Theklis Caldo Katifedenios, investigador policial
Glória Perez, acompanha pela segunda vez o Terceiro dia do Julgamento do Caso Isabella
Questionado sobre a presença da autora em plenário, o advogado da defesa Dr. Podval disse não ver problemas, e frisou ser fã da autora.
Glória por sua vez, presta solidariedade à mãe e à avó materna de Isabella, e disse acreditar na condenação do Casal acusado pela morte de Isabella, em 29.03.2008, no Edifício London, Vila Mazzei, zona Norte da Capital Paulista.
O casal que chegou no horário previsto para início do julgamento, veio como esperado, em carros separados e devidamente escoltados. Alexandre, que esta no CDP (Centro de detenção provisória de Pinheiros), um pouco mais distante da Unidade Prisional em que esta Jatobá, saiu do Presídio ás 8:40, levando aproximadamente quinze minutos para chegar ao Fórum de Santana.
Ja Anna Carolina Jatobá, saiu da Penitenciária Feminina de Santana (PFS) - Antiga Penitenciária do Estado, quando esta era masculina, ás 8:20, sendo a primeira a chegar a carceragem do Forum Regional de Santana, onde é realizada a Vara do Juri no Caso Isabela.
Dr Roberto Podval, advogado de defesa do casal Nardoni, ao deixar o Fórum de Santana, justificou a dispensa hoje de nove testemunhas. - "A demora (do julgamento) é ruim para a defesa", definiu.
Para o Podval, ainda não há provas no caso que incriminam os réus e existe inconsistência na dinâmica do crime apresentada pela perícia. O advogado declarou também que só decidirá se insistirá no pedido de acareação entre os acusados e Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella, após o interrogatório de Alexandre e Anna Carolina Jatobá.
Já o Promotor Dr. Francisco Cembranelli, os advogados da defesa, estão se saindo mal no júri. - "Para quem ameaçou antes do julgamento desqualificar um trabalho sério, o desempenho da defesa foi pífio", salientou. Cembranelli disse ainda que Ana Carolina Oliveira (Carol) está abalada e, segundo lhe foi informado por um médico do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), deprimida, tanto que mudaram a mãe de Isabela de "sala" para que pudesse estar mais próxima da equipe médica do Fórum.
Alexandre Alves Nardoni e Anna Carolina Trotta Jatobá, deixaram o Fórum de Santana, logo após o encerramento do terceiro dia de julgamento. Alexandre retornou para o CDP Pinheiros) Centro de Detençaõ Provisória de Pinheiros e Ana Jatobá, esta na (PFS) Penitenciária Feminina da Santana (Antiga Penitenciária do Estado - quando ainda era um Presidio Masculino).
Esta previsto para amanhã, 25 de março de 2010, e quarto dia de Julgamento do Caso Isabella os depoimentos de Alecandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá.
Atualizado 24.03.2010 -19:20 BRT - 22:20 GMT
Julgamento esta suspenso na noite desta quarta-feira e (*) em razão de uma discussão técnica, Ana Carolina Oliveira, permanecerá "custodiada" no Fórum de Santana.
Os acusados também não serão mais ouvidos hoje, encerrando o terceiro dia do Julgamento do Caso Isabella.
Atualizado 24.03.2010 -19:00 BRT - 22:00 GMT
Esta sendo definido no plenário do Juri, se o Casal Nardoni será ouvido dentro de minutos ou não.
Se de fato for confirmado que o casal será interrogado ainda hoje, o casal ficará separado, ou seja, um é retirado do plenário para que o outro seja interrogado sózinho. A decisão ainda não foi despachada, mas, em caso de deferimento, um dos dois deverá iniciar seu depoimento á partir das 19h30.
Quem irá decidir a ordem do interrogatório, ou seja, qual dos dois acusados será o primeiro a depor, é o promotor Francisco Cembranelli (Representante do Ministério Público) e órgão acusatório no Julgamento do Caso Isabella.
Atualizado 24.03.2010 -19:00 BRT - 22:00 GMT
Dr. Maurício Fossen, diz - "Não tem cabimento uma acareação entre Ana Carolina Oliveira (mãe de Isabella) com Alexandre Alves Nardoni e Anna Carolina Trotta Jatobá (os dois acusados do crime)"
Os dois depoimentos mais importantes no dia de hoje, foi o da perita Rosângela Monteiro e do Jornalista Rogério Pagnam, (que inclusive na hora de fazer apontamentos na maquete que esta no plenário, quebrou a peça). Pagnam foi o Jornalista que entrevistou o pedreiro Gabriel Santos, e registrou sua entrevista que narrava a presença de uma terceira pessoa.
Atualizado 24.03.2010 -18:40 BRT - 21:40 GMT
Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella, foi autorizada a deixar o Fórum de Santana, na Zona Norte, onde acontece o Julgamento do Casal Nardoni
Carol, mãe de Isabella, estava incomunicável desde o primeiro dia de julgamento, teria sido liberada da "manutenção custodiada" que estava submetida durante o julgamento do Casal Nardoni.
O advogado que alegava que Ana Carolina Oliveira, estaria, não por ser "ele o cruel", mas, custodiada temporariamente, apontando ter sido prática "cruel da acusação" e não da defesa. Com essa atitude, demonstra fragmento de preocupação, provavelmente em razão do clamor social. Ana Carolina Oliveira, que não esteve bem durante a madrugada desta quarta-feira, deveria e seria finalmente "liberada". (*)
Se for mesmo comprovado que Anna Carolina Trottá Jatobá possa ter proporcionado a esganadura na pequena Isabella, o fato do Alexandre não ter feito no mínimo uma respiração boca-a-boca na criança, já mostra a creldade do crime.
O momento mais importante virá no quarto quesito, que é a resposta dos jurados se absolvem os acusados. Pois é um momento "sem volta". Quem conseguir convencer que a tese é mais consistente (acusação/defesa) definirá para o Conselho de sentença, esse quesito.
Atualizado 24.03.2010 -18:00 BRT - 21:00 GMT
Termina o depoimento da perita e oito testemunhas são dispensadas pela defesa.
Por volta de 17h35m terminou o depoimento do Jornalista Rogério Pagnan. Na sequencia, o advogado da defesa do casal Nardoni, dispensou o pedreiro, que foi tão citado e focado como testemunha importante para a defesa.
Foi inclusive em razão da falta de intimação desta testemunha, Gabriel Santos, considerado "testemunha chave" que chegou a veicular tornando-se uma incógnita, se o Julgamento aconteceria ou seria adiado.
A perita Rosângela Monteiro, encerrou seu depoimento no Plenário do Juri, dizendo que as marcas da rede de proteção, evidênciadas na camiseta de Alexandre Nardoni foram típicas e irrefutáveis de que foi ele quem atirou a menina pela janela.
Por Elizabeth Misciasci
Atualizado 24.03.2010 -15:20 BRT - 18:20 GMT
O plenário retoma os trabalhos neste terceiro dia de Julgamento do Caso Isabella às 14h42m.
Por Elizabeth Misciasci
Após a pausa para almoço, o plenário reinicia o depoimento da perita Rosângela Monteiro. Ela que na primeira fase do testemunho, passou aproximadamente duas horas e meia depondo, continua neste momento a falar diante do Conselho de Sentença e Douto Juizo Dr. Maurício Fossen, que Preside o plenário, no Fórum Regional de Santana.
Após o depoimento da perita Rosângela Monteiro, está previsto o início dos depoimentos do rol de testemunhas da defesa, que até o momento, conta com dez testemunhas, que são:
Rogerio Pagnan, jornalista
Gabriel Santos Neto, pedreiro
Calixto Calil Filho, delegado de polícia
Marcia Iracema Boschi Casagrande, perita criminal
Sergio Vieira Ferreira, perito criminal
Monica Miranda Catarino, perita criminal
Carlos Penteado Cuoco, médico legista do IML
Laércio de Oliveira Cesar, médico legista do IML
Jair Stirbulov, escrivão de polícia
Theklis Caldo Katifedenios, investigador policial
Conforme declarado pelo advogado da defesa do Casal Nardoni, Dr. Roberto Podval, ele poderá diminuir até pela metade o número destas testemunhas arroladas, no entanto, ainda nada foi confirmado neste sentido.
Atualizado 24.03.2010 -13:28 BRT - 15:28 GMT
Pausa para almoço
Por Elizabeth Misciasci
O depoimento da perita Rosângela Monteiro, foi interrompido a pedido da própria perita, para pausa de almoço.
Rosângela que é a primeira testemunha que está sendo ouvida neste terceiro dia de julgamento do Caso Isabella. O testemunho da perita, é considerado um dos mais importantes e esclarecedores depoimentos, tanto é, que foi ansiosamente aguardado e esta sendo cristalino, pois não houve até o momento, questionamentos à testemunha por parte dos jurados.
Após a pausa iniciada ás 13h15m o plenário retomará os trabalhos.
Atualizado 24.03.2010 -12:10 BRT - 15:10 GMT
Rosângela Monteiro afirma que o sangue encontrado no local do crime era mesmo de Isabella e que a pequena já chegou machucada no apartamento
Por Elizabeth Misciasci
Rosângela Monteiro a perita que esta sendo ouvida neste momento em plenário, afirmou que os dois lugares possíveis de dizer afirmativamente que eram sangue humano e de Isabella, foram a tela de onde Isabella foi lançada e no carro.
Nestes dois locais foram feitos exames detalhados que constataram que eram mesmo de Isabella.
Nesse momento Rosa Oliveira (vovó Rosa) não teria aguentado a emoção, evitando saber detalhes, ela se ausentou do plenário juntamente com Seu Zé, pai de Ana Carolina Oliveira, mãe da pequena Isabella. No entanto, os avós maternos, permanecem no Fórum, mas por enquanto, do lado de fora, aguardando as informações para retornarem a sala do Juri.
Rosângela que fala desde as 10h16m da manhã, disse que nestes 30 anos de profissão, sendo vinte e seis só no instituto de criminalística, pode dizer que o local foi muito bem preservado, e que lhe deu a certeza de muitas respostas que comprometem a defesa.
Ela informou comprovadamente e diante da maquete, que Isabella foi ferida sim, antes de chegar ao apartamento.
Atualizado 24.03.2010 -11:30 BRT - 14:30 GMT
Começa o Terceiro dia do Julgamento do Caso Isabella.
Por Elizabeth Misciasci
Terceiro dia do Julgamento do Caso Isabella, continua hoje dia 24.03.2010 com atraso de de uma hora e dezesseis minutos. Os trabalhos se iniciaram ás 10h16m, no Fórum Regional de Santana - Zona Norte de São Paulo.
A primeira testemunha a ser ouvida e já esta em plenário é a perita Rosângela Monteiro, que deverá responder uma média de 160 perguntas préviamente elaboradas pela defesa do casal Nardoni.
Rosângela Monteiro, é a perita que elaborou o laudo que descreve as causas que levaram a óbito a pequena Isabella. A perita é uma das três testemunhas que foram arroladas tanto pela defesa, como pela acusação.
De acôrdo com as informações da assessoria de Imprensa do Tribunal, neste terceiro dia de Julgamento, está previsto que além da depoente Rosângela Monteiro, mais dez testemunhas, poderão ser ouvidas ainda hoje.
Rosângela que já esta a uma hora em plenário, deverá ser detalhe sobre os trabalhos efetuados pelo Instituto de Criminalista. O depoimento da perita é muito importante, ela também trabalha com a maquete, poderá usar um vídeo e esclarecer peças fundamentais para os jurados.
Rosangela que concluiu a primeira parte do seu depoimento, disse que foram usados dois reagentes e confirmou que as manchas encojntradas eram sim de sangue. A perita deixou conclusivamente e positivamente a certeza de que contrariamente alegado pela acusação, as manchas encontradas no rol, sala, quarto do apartamento do edifício London eram de sangue.
Neste momento o Acusado Alexandre Nardoni, pela primeira vez esboçou reação e levantou a cabeça, olhando atento para a perita.
Rosângela disse ter sido a segunda a chegar no edifício London e que só ela, com trinta anos de profissão na especialização pericial, tem aptidão para utilizar o segundo reagente (que foi também usado) aqui no estado de São Paulo, e que este segundo agente foi necessário, pois o luminol apontava com sangue todos os vestígios. Que este procedimento de utilizar o segundo reagente, foi justamente para não deixar qualquer dúvida quanto as marcas encontradas. Rosângela deixou claro que nenhuma das manchas poderiam ser de alho, nabo, ou qualquer outro legume ou tempero, conforme havia sido levantado em dúvida pela defesa. Portanto, mais uma vez a testemunha afirmou ser sim sangue humano o encontrado desde o carro até o apartamento e lençol no apartamento do casal Nardoni.
Agora, as 11h29m Rosângela Monteiro, passa a ser inquirida pela outra parte. Após o depoimento dela, terá início os testemunhos da defesa.
Conforme esclareceu o próprio advogado de defesa do casal Alexandre Alves Nardoni e Anna Carolina Peixoto Trotta Jatobá, Dr. Roberto Podva, pretende diminuir o número de testemunhas arroladas, com o objetivo de não estender demasiadamente o Julgamento do Caso Isabella.
As dez testemunhas previstas para serem ouvidas nesta quarta-feira, são:
Rogerio Pagnan, jornalista
Gabriel Santos Neto, pedreiro
Calixto Calil Filho, delegado de polícia
Marcia Iracema Boschi Casagrande, perita criminal
Sergio Vieira Ferreira, perito criminal
Monica Miranda Catarino, perita criminal
Carlos Penteado Cuoco, médico legista do IML
Laércio de Oliveira Cesar, médico legista do IML
Jair Stirbulov, escrivão de polícia
Theklis Caldo Katifedenios, investigador policial
Glória Perez, acompanha pela segunda vez o Terceiro dia do Julgamento do Caso Isabella
Questionado sobre a presença da autora em plenário, o advogado da defesa Dr. Podval disse não ver problemas, e frisou ser fã da autora.
Glória por sua vez, presta solidariedade à mãe e à avó materna de Isabella, e disse acreditar na condenação do Casal acusado pela morte de Isabella, em 29.03.2008, no Edifício London, Vila Mazzei, zona Norte da Capital Paulista.
O casal que chegou no horário previsto para início do julgamento, veio como esperado, em carros separados e devidamente escoltados. Alexandre, que esta no CDP (Centro de detenção provisória de Pinheiros), um pouco mais distante da Unidade Prisional em que esta Jatobá, saiu do Presídio ás 8:40, levando aproximadamente quinze minutos para chegar ao Fórum de Santana.
Ja Anna Carolina Jatobá, saiu da Penitenciária Feminina de Santana (PFS) - Antiga Penitenciária do Estado, quando esta era masculina, ás 8:20, sendo a primeira a chegar a carceragem do Forum Regional de Santana, onde é realizada a Vara do Juri no Caso Isabela.
Atualizado 23.03.2010 - 20:40 BRT - 23:40 GMT
Por Elizabeth Misciasci
Termina o segundo dia de Julgamento do Caso Isabella.
Indignação e inconformismo, marca o segundo dia do Julgamento do Casal Nardoni nesta terça-feira.
O último depoimento de hoje, foi do perito Baiano, Luiz Eduardo Carvalho Dórea, que foi arrolado como testemunha da acusação.
Carvalho analisou as manchas de sangue encontradas na cena do crime, e afirmou que “existem padrões de mancha que permitem estabelecer a altura” da qual Isabella foi jogada.
De acordo com o depoimento do perito, pela análise é possível concluir que as gotas no local do crime caíram de uma altura superior a 1,25m. Carvalho falou também sobre o trabalho de uma perita baiana, contratada pela defesa, cujo parecer técnico consta no processo.
A advogada da defesa que faz parte da equipe do Dr. Roberto Podval, perguntou sobre outras manchas que constam do processo. O perito analisou-as próximas aos jurados, concluindo de que as manchas também caíram a uma altura superior a 1,25m.
Uma das juradas que compõe o Conselho de sentença, questionou ao depoente, se seria possível dizer se as manchas apresentadas nos lençóis, poderiam ter sido produzidas em movimento ou parado. Respondendo prontamente, Luiz Eduardo Carvalho Dórea, afirmou que foram em movimento.
O Casal acusado, Alexandre Alves Nardoni, e Anna Carolina Trotta Jatobá, não esboçaram nenhuma reação. Durante todos os interrogatórios, e mesmo sendo alguns dos depoentes firmes nas respostas, demonstrando absoluta certeza da culpabilidade de ambos, nada os fizeram reagir, o casal permaneceu durante todo o segundo dia do Julgamento totalmente indiferente.
Alexandre e Jatobá, já seguiram cada qual para as respectivas unidades prisionais, de onde chegaram nesta terça-feira e permanecem provisóriamente, até o final do Julgamento. Assim, sendo, amanhã, os trabalhos do terceiro dia na Vara do júri, deverão ter início ás 9:00 horas.
Mesmo com todas as manifestações de indignação, sobre a requisição do advogado de defesa do casal Nardoni, Dr. Roberto Podval, em manter Ana Carolina Oliveira, (Carol) mãe de Isabella de forma tão cruel à disposição do Judiciário, e podendo ser massacrada ainda mais, se submetida à acareação, o advogado manteve o pedido, em nada demonstrou comoção, mantendo-se totalmente voltado ao seu interesse único em defender seus clientes. Podval apenas tentou se justificar, alegando que necessitava manter esta postura, caso sinta que deva interrogar Ana Carolina Oliveira, mais uma vez como depoente em plenário, ou submetê-la a uma acareação.
Embora seja um Direito da defesa, requerer a manutenção de uma testemunha caso compreenda haver a necessidade imprescindível de que esta seja ouvida novamente, muitos populares se manifestaram revoltados com a decisão do advogado do casal Nardoni.
Também não mantiverem o silencio, alguns profissionais de imprensa, convidados, amigos, e familiares de Carol, que questionaram o advogado contestadoramente, sobre as razões que levam e levaram Dr. Roberto Podval a manter a mãe de Isabella, Ana Carolina Oliveira, isolada e fora do plenário.
Uma das manifestações mais comoventes e até mesmo esperadas, foi de Rosa Oliveira, mãe de Ana Carolina Oliveira e avó materna de Isabella.
Completamente centrada, mas totalmente chateada, triste e revoltada, a mãe de Ana Carolina Oliveira, se posicionou e emocionando quase todos os presentes, desabafou.
Muitos esperavam há tempos uma quebra de silêncio desta magnitude, pois se fazia necessário para uma legião de pessoas que acompanham e sofrem com a inconjugável dôr da Família Oliveira.
Porém, em nada afetou ou alterou o ponto de vista e a requisição do representante da defesa, que manteve e mantém o requerido, ou seja, deixar Ana Carolina incomunicável, longe da família num momento tão difícil e ainda no Fórum de Santana, sabe-se lá até quando. Realmente, é lamentável!
Por Elizabeth Misciasci
Atualizado 23.03.2010 - 19:10 BRT - 22:10 GMT
Após três horas aproximadamente, deu-se por encerrado o depoimento do Médico Legista Dr. Paulo Sérgio Tieppo. Dr. Tieppo, foi o médico do Instituto médico legal (IML) que analisou o corpo de Isabella.
A terceira testemunha do segundo dia de julgamento, acabou de entrar em plenário, o depoente é o perito da Bahia, Luiz Eduardo Carvalho Dórea. Provavelmente, com o final de testemunho de Carvalho, o Juiz encerre os trabalhos de hoje, deixando para amanhã o depoimento da perita Rosângela Monteiro, uma vez que a sessão do plenário deverá ser encerrada as 21h00.
O Médico Legista, que prestou depoimento como testemunha de acusação desde ás 15:30, confirmou a esganadura em Isabella, Dr. Paulo Sérgio Tieppo, disse que os sinais de esganadura, eram evidentes, antes mesmo da queda. Falou que a pequena Isabella tinha poucas escoriações, o que não é compatível para uma queda de vinte metros.
Dr. Tieppo, também declarou em Juizo, que quanto as lesões internas analisadas no corpo de Isabella, seriam o resultado de um conjunto de características de diferentes mecanismos de traumas.
Para um esclarecimento mais nítido, o legista foi questionado sobre a possibilidade da asfixia relatada e confirmada pelo legista, ter sido causada pela queda do prédio. - "Pode acontecer uma esganadura comum. E esse laudo específico em relação a esganadura mostram que esses ferimentosnão têm nenhuma relação com a queda ou com manobras produzidas, por exemplo, para ressuscitação de uma vítima. Nesse caso, os traumas nos mostram que realmente houve a esganadura.” conclui.
Um assistente da defesa, declarou que o depoimento da delegada Drª Renata Pontes, pode prejudicar a defesa do casal Nardoni.
O advogado afirmou ainda, que os relatos e respostas da Delegada que esteve à frente do caso na época das investigações pelo 9º DP., podem ter levado os jurados a dúvidas.
Atualizado 18:30 BRT - 21:30 GMT
A autora Glória Perez, mãe de Daniela Perez, acompanha o segundo dia de julgamento e se diz confiante na condenação do casal Nardoni.
Na opinião de Glória Perez, os depoimentos das testemunhas de acusação, são demolidores, e derrubam todo e qualquer argumento da defesa.
Glória, que também teve a filha assassinada, numa repercussão que mobilizou e chocou o País em 1992, disse que veio a São Paulo, para prestar solidariedade à avó e à mãe de Isabella, Ana Carolina Oliveira (Carol).
O advogado de defesa do casal Nardoni, Dr. Roberto Podval, solicitou ao Juiz que Preside o Julgamento, para que a primeira depoente ouvida no dia de hoje, a Delegada Drª Renata Helena da Silva Pontes, permanecesse no Fórum, á disposição da Justiça, assim como solicitou ontem a mesma condição para Ana Carolina de Oliveira, mãe da pequena Isabella.
Dr. Podval, sustentou que teria que aguardar o depoimento do Médico Legista Dr. Paulo Sérgio Tieppo Alves, para então decidir dse irá ou não requerer também acareação da Delegada.
O Juri, que estava previsto para acontecer até o dia 26, poderá se estender, pois há muitas testemunhas ainda para serem ouvidas e provas técnicas que serão apresentadas. Na verdade, se de fato isso ocorrer, não será nenhuma anormalidade, uma vez que se trata de um julgamento longo, repleto de peças para apreciação e convicção que decidirão através do Conselho de sentença, o resultado final.
- 16:50 BRT - 19:50 GMT
Após a pausa para almoço, o julgamento no Fórum de Santana foi retomado há cerca de uma hora.
Os trabalhos no plenário, foram reiniciados com o depoimento da segunda testemunha do dia de hoje, trata-se do médico legista Paulo Sérgio Tieppo Alves que foi arrolado por ambas as partes (acusação/defesa). Foi o Dr Paulo Tieppo, o médico legista, que examinou o corpo de Isabella.
A testemunha Luiz Eduardo Carvalho Dórea, que vinha sendo listada como uma testemunha surpresa da acusação do casal Nardoni, é um perito da Bahia. Contrariamente do anunciado, que contava ser Carvalho, um dos policiais militares que esteve presente no local do crime no dia do ocorrido
O perito Luiz Eduardo Carvalho Dórea, deverá ser ouvido ainda hoje, assim como esta previsto o depoimento da perita Rosângela Monteiro, também arrolada pela acusação e defesa como testemunha.
Atualizado - 12:46 BRT - 15:46 GMT
A acusação utilizou duas maquetes, uma do interior do Prédio e outra da parte interna do apartamento dos Nardoni. O Plenário faz uma pausa agora (12h35) e logo será reiniciado.
Por Elizabeth Misciasci
Atualizado - 11:50 BRT - 14:50 GMT
A primeira testemunha que esta sendo ouvida é a Drª Renata Helena da Silva Pontes, delegada do 9º Distrito, foi ela que acompanhou o inquérito, à frente das investigações do Caso Isabella.
A delegada já falou por aproximadamente uma hora e meia, e deverá em breve concluir sua participação em plenário. Drª Renata Pontes, já em pé e próxima á maquete, apontou todos os lugares que haviam marcas de sangue e disse que a única pessoa ferida no local seria Isabella, portanto o sangue era da criança.
Ela foi categória e taxativamente afirmou que foi o Casal que matou Isabella em seu parecer e testemunho.
O Casal acusado e que encontra-se em plenário, não manifestaram nenhuma reação diante das acusações da Delegada. Alexandre Alves Nardoni permanece olhando "pro nada" e Anna Carolina Trottá Jatobá, mantém a cabeça abaixada.
Depois de ouvida a testemunha, o plenário deverá fazer uma pausa de recesso para almoço, e depois continuar os trabalhos, na Vara do Juri.
Na sequência, deverá ser ouvido o Legista Dr. Paulo Sergio Tieppo, médico do IML que analisou o corpo de Isabella e constatou marcas de esganadura no pescoço da menina.
Também esta previsto para ser ouvido hoje o policial militar Luis Carvalho, um dos primeiros a atender a ocorrência sobre a queda de Isabella no dia dos fatos.
Ana Carolina Oliveira, mãe da pequena Isabella, esta no Fórum e a imprensa aguarda o encerramento deste primeiro depoimento realizado no segundo dia do Julgamento do Casal Nardoni, para passar por detalhes maiores informações.
Por Elizabeth Misciasci
Termina o segundo dia de Julgamento do Caso Isabella.
Indignação e inconformismo, marca o segundo dia do Julgamento do Casal Nardoni nesta terça-feira.
O último depoimento de hoje, foi do perito Baiano, Luiz Eduardo Carvalho Dórea, que foi arrolado como testemunha da acusação.
Carvalho analisou as manchas de sangue encontradas na cena do crime, e afirmou que “existem padrões de mancha que permitem estabelecer a altura” da qual Isabella foi jogada.
De acordo com o depoimento do perito, pela análise é possível concluir que as gotas no local do crime caíram de uma altura superior a 1,25m. Carvalho falou também sobre o trabalho de uma perita baiana, contratada pela defesa, cujo parecer técnico consta no processo.
A advogada da defesa que faz parte da equipe do Dr. Roberto Podval, perguntou sobre outras manchas que constam do processo. O perito analisou-as próximas aos jurados, concluindo de que as manchas também caíram a uma altura superior a 1,25m.
Uma das juradas que compõe o Conselho de sentença, questionou ao depoente, se seria possível dizer se as manchas apresentadas nos lençóis, poderiam ter sido produzidas em movimento ou parado. Respondendo prontamente, Luiz Eduardo Carvalho Dórea, afirmou que foram em movimento.
O Casal acusado, Alexandre Alves Nardoni, e Anna Carolina Trotta Jatobá, não esboçaram nenhuma reação. Durante todos os interrogatórios, e mesmo sendo alguns dos depoentes firmes nas respostas, demonstrando absoluta certeza da culpabilidade de ambos, nada os fizeram reagir, o casal permaneceu durante todo o segundo dia do Julgamento totalmente indiferente.
Alexandre e Jatobá, já seguiram cada qual para as respectivas unidades prisionais, de onde chegaram nesta terça-feira e permanecem provisóriamente, até o final do Julgamento. Assim, sendo, amanhã, os trabalhos do terceiro dia na Vara do júri, deverão ter início ás 9:00 horas.
Mesmo com todas as manifestações de indignação, sobre a requisição do advogado de defesa do casal Nardoni, Dr. Roberto Podval, em manter Ana Carolina Oliveira, (Carol) mãe de Isabella de forma tão cruel à disposição do Judiciário, e podendo ser massacrada ainda mais, se submetida à acareação, o advogado manteve o pedido, em nada demonstrou comoção, mantendo-se totalmente voltado ao seu interesse único em defender seus clientes. Podval apenas tentou se justificar, alegando que necessitava manter esta postura, caso sinta que deva interrogar Ana Carolina Oliveira, mais uma vez como depoente em plenário, ou submetê-la a uma acareação.
Embora seja um Direito da defesa, requerer a manutenção de uma testemunha caso compreenda haver a necessidade imprescindível de que esta seja ouvida novamente, muitos populares se manifestaram revoltados com a decisão do advogado do casal Nardoni.
Também não mantiverem o silencio, alguns profissionais de imprensa, convidados, amigos, e familiares de Carol, que questionaram o advogado contestadoramente, sobre as razões que levam e levaram Dr. Roberto Podval a manter a mãe de Isabella, Ana Carolina Oliveira, isolada e fora do plenário.
Uma das manifestações mais comoventes e até mesmo esperadas, foi de Rosa Oliveira, mãe de Ana Carolina Oliveira e avó materna de Isabella.
Completamente centrada, mas totalmente chateada, triste e revoltada, a mãe de Ana Carolina Oliveira, se posicionou e emocionando quase todos os presentes, desabafou.
Muitos esperavam há tempos uma quebra de silêncio desta magnitude, pois se fazia necessário para uma legião de pessoas que acompanham e sofrem com a inconjugável dôr da Família Oliveira.
Porém, em nada afetou ou alterou o ponto de vista e a requisição do representante da defesa, que manteve e mantém o requerido, ou seja, deixar Ana Carolina incomunicável, longe da família num momento tão difícil e ainda no Fórum de Santana, sabe-se lá até quando. Realmente, é lamentável!
Por Elizabeth Misciasci
Atualizado 23.03.2010 - 19:10 BRT - 22:10 GMT
Após três horas aproximadamente, deu-se por encerrado o depoimento do Médico Legista Dr. Paulo Sérgio Tieppo. Dr. Tieppo, foi o médico do Instituto médico legal (IML) que analisou o corpo de Isabella.
A terceira testemunha do segundo dia de julgamento, acabou de entrar em plenário, o depoente é o perito da Bahia, Luiz Eduardo Carvalho Dórea. Provavelmente, com o final de testemunho de Carvalho, o Juiz encerre os trabalhos de hoje, deixando para amanhã o depoimento da perita Rosângela Monteiro, uma vez que a sessão do plenário deverá ser encerrada as 21h00.
O Médico Legista, que prestou depoimento como testemunha de acusação desde ás 15:30, confirmou a esganadura em Isabella, Dr. Paulo Sérgio Tieppo, disse que os sinais de esganadura, eram evidentes, antes mesmo da queda. Falou que a pequena Isabella tinha poucas escoriações, o que não é compatível para uma queda de vinte metros.
Dr. Tieppo, também declarou em Juizo, que quanto as lesões internas analisadas no corpo de Isabella, seriam o resultado de um conjunto de características de diferentes mecanismos de traumas.
Para um esclarecimento mais nítido, o legista foi questionado sobre a possibilidade da asfixia relatada e confirmada pelo legista, ter sido causada pela queda do prédio. - "Pode acontecer uma esganadura comum. E esse laudo específico em relação a esganadura mostram que esses ferimentosnão têm nenhuma relação com a queda ou com manobras produzidas, por exemplo, para ressuscitação de uma vítima. Nesse caso, os traumas nos mostram que realmente houve a esganadura.” conclui.
Um assistente da defesa, declarou que o depoimento da delegada Drª Renata Pontes, pode prejudicar a defesa do casal Nardoni.
O advogado afirmou ainda, que os relatos e respostas da Delegada que esteve à frente do caso na época das investigações pelo 9º DP., podem ter levado os jurados a dúvidas.
Atualizado 18:30 BRT - 21:30 GMT
A autora Glória Perez, mãe de Daniela Perez, acompanha o segundo dia de julgamento e se diz confiante na condenação do casal Nardoni.
Na opinião de Glória Perez, os depoimentos das testemunhas de acusação, são demolidores, e derrubam todo e qualquer argumento da defesa.
Glória, que também teve a filha assassinada, numa repercussão que mobilizou e chocou o País em 1992, disse que veio a São Paulo, para prestar solidariedade à avó e à mãe de Isabella, Ana Carolina Oliveira (Carol).
O advogado de defesa do casal Nardoni, Dr. Roberto Podval, solicitou ao Juiz que Preside o Julgamento, para que a primeira depoente ouvida no dia de hoje, a Delegada Drª Renata Helena da Silva Pontes, permanecesse no Fórum, á disposição da Justiça, assim como solicitou ontem a mesma condição para Ana Carolina de Oliveira, mãe da pequena Isabella.
Dr. Podval, sustentou que teria que aguardar o depoimento do Médico Legista Dr. Paulo Sérgio Tieppo Alves, para então decidir dse irá ou não requerer também acareação da Delegada.
O Juri, que estava previsto para acontecer até o dia 26, poderá se estender, pois há muitas testemunhas ainda para serem ouvidas e provas técnicas que serão apresentadas. Na verdade, se de fato isso ocorrer, não será nenhuma anormalidade, uma vez que se trata de um julgamento longo, repleto de peças para apreciação e convicção que decidirão através do Conselho de sentença, o resultado final.
- 16:50 BRT - 19:50 GMT
Após a pausa para almoço, o julgamento no Fórum de Santana foi retomado há cerca de uma hora.
Os trabalhos no plenário, foram reiniciados com o depoimento da segunda testemunha do dia de hoje, trata-se do médico legista Paulo Sérgio Tieppo Alves que foi arrolado por ambas as partes (acusação/defesa). Foi o Dr Paulo Tieppo, o médico legista, que examinou o corpo de Isabella.
A testemunha Luiz Eduardo Carvalho Dórea, que vinha sendo listada como uma testemunha surpresa da acusação do casal Nardoni, é um perito da Bahia. Contrariamente do anunciado, que contava ser Carvalho, um dos policiais militares que esteve presente no local do crime no dia do ocorrido
O perito Luiz Eduardo Carvalho Dórea, deverá ser ouvido ainda hoje, assim como esta previsto o depoimento da perita Rosângela Monteiro, também arrolada pela acusação e defesa como testemunha.
Atualizado - 12:46 BRT - 15:46 GMT
A acusação utilizou duas maquetes, uma do interior do Prédio e outra da parte interna do apartamento dos Nardoni. O Plenário faz uma pausa agora (12h35) e logo será reiniciado.
Por Elizabeth Misciasci
Atualizado - 11:50 BRT - 14:50 GMT
A primeira testemunha que esta sendo ouvida é a Drª Renata Helena da Silva Pontes, delegada do 9º Distrito, foi ela que acompanhou o inquérito, à frente das investigações do Caso Isabella.
A delegada já falou por aproximadamente uma hora e meia, e deverá em breve concluir sua participação em plenário. Drª Renata Pontes, já em pé e próxima á maquete, apontou todos os lugares que haviam marcas de sangue e disse que a única pessoa ferida no local seria Isabella, portanto o sangue era da criança.
Ela foi categória e taxativamente afirmou que foi o Casal que matou Isabella em seu parecer e testemunho.
O Casal acusado e que encontra-se em plenário, não manifestaram nenhuma reação diante das acusações da Delegada. Alexandre Alves Nardoni permanece olhando "pro nada" e Anna Carolina Trottá Jatobá, mantém a cabeça abaixada.
Depois de ouvida a testemunha, o plenário deverá fazer uma pausa de recesso para almoço, e depois continuar os trabalhos, na Vara do Juri.
Na sequência, deverá ser ouvido o Legista Dr. Paulo Sergio Tieppo, médico do IML que analisou o corpo de Isabella e constatou marcas de esganadura no pescoço da menina.
Também esta previsto para ser ouvido hoje o policial militar Luis Carvalho, um dos primeiros a atender a ocorrência sobre a queda de Isabella no dia dos fatos.
Ana Carolina Oliveira, mãe da pequena Isabella, esta no Fórum e a imprensa aguarda o encerramento deste primeiro depoimento realizado no segundo dia do Julgamento do Casal Nardoni, para passar por detalhes maiores informações.
Tem início o segundo dia do Julgamento do Caso Isabella (10:00 BRT). O Casal Nardoni, chegou separado, algemado, uniformizado, e nas suas respectivas celas na carceragem do Fórum de Santana, trocaram de roupas para seguirem ao plenário.
O Casal acusado pela morte da pequena Isabella, na data de 29.03.2008, chegaram escoltados ao Fórum Regional de Santana, por volta das 8h30.
Os veículos entraram pela parte lateral do Fórum. Alexandre saiu do CDP Pinheiros (Centro de Detenção Provisória de Pinheiros) e Anna Carolina Trotta Jatobá da PFS (Penitenciária Feminina de Santana), onde passaram a noite, respectivamente.
Esta previsto para hoje, o depoimento de quatro testemunhas. Também foi entregue na noite de ontem a maquete encomendada pelo Poder Judiciário.
A maquete do apartamento do Edifício London – onde vivia Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, local do crime, segundo a versão da polícia - será usada pela acusação perante o júri.
O Juri, selecionado entre as vinte e oito pessoas que compareceram ao Fórum, após um sorteio, definiu que três homens e quatro mulheres seriam os jurados. São eles que formam o Conselho de Sentença e serão estes que decidirão se Alexandre Alves Nardoni e Anna Carolina Peixoto Trotta Jatobá, são culpados ou inocentes da acusação de Homicídio Doloso, Triplamente qualificado, que foram denunciados.
Na descrição da denuncia, o representante do Ministério Público, Promotor Dr. Francisco Cembranelli acusa com fundamentos Alexandre e Anna Jatobá pelo homicídio triplamente qualificado da menina Isabella Nardoni, que no dia 29 de março de 2008 foi atirada do 6º andar do edifício London, na vila Izolina Mazzei, Zona Norte de São Paulo.
O Juiz de Direito Dr. Mauricio Fossen, preside o Julgamento, Dr. Francisco Cembranelli é o representante do Ministério Público, Drª Cristina Christo, atua como assistente da acusação e procuradora legal da família materna de Isabella, Dr. Roberto Podval como Advogado que representa a defesa, e advogada Roselle Soglio, que faz parte da equipe de defesa, o segundo dia do Julgamento ocorre no Fórum Regional de Santana, zona Norte da Capital Paulista.
O Casal acusado pela morte da pequena Isabella, na data de 29.03.2008, chegaram escoltados ao Fórum Regional de Santana, por volta das 8h30.
Os veículos entraram pela parte lateral do Fórum. Alexandre saiu do CDP Pinheiros (Centro de Detenção Provisória de Pinheiros) e Anna Carolina Trotta Jatobá da PFS (Penitenciária Feminina de Santana), onde passaram a noite, respectivamente.
Esta previsto para hoje, o depoimento de quatro testemunhas. Também foi entregue na noite de ontem a maquete encomendada pelo Poder Judiciário.
A maquete do apartamento do Edifício London – onde vivia Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, local do crime, segundo a versão da polícia - será usada pela acusação perante o júri.
O Juri, selecionado entre as vinte e oito pessoas que compareceram ao Fórum, após um sorteio, definiu que três homens e quatro mulheres seriam os jurados. São eles que formam o Conselho de Sentença e serão estes que decidirão se Alexandre Alves Nardoni e Anna Carolina Peixoto Trotta Jatobá, são culpados ou inocentes da acusação de Homicídio Doloso, Triplamente qualificado, que foram denunciados.
Na descrição da denuncia, o representante do Ministério Público, Promotor Dr. Francisco Cembranelli acusa com fundamentos Alexandre e Anna Jatobá pelo homicídio triplamente qualificado da menina Isabella Nardoni, que no dia 29 de março de 2008 foi atirada do 6º andar do edifício London, na vila Izolina Mazzei, Zona Norte de São Paulo.
O Juiz de Direito Dr. Mauricio Fossen, preside o Julgamento, Dr. Francisco Cembranelli é o representante do Ministério Público, Drª Cristina Christo, atua como assistente da acusação e procuradora legal da família materna de Isabella, Dr. Roberto Podval como Advogado que representa a defesa, e advogada Roselle Soglio, que faz parte da equipe de defesa, o segundo dia do Julgamento ocorre no Fórum Regional de Santana, zona Norte da Capital Paulista.
Atualizado 22.03.2010 - 22:00 BRT - 01:00 GMT
Por Elizabeth Misciasci
Termina o primeiro dia do Julgamento do Caso Isabella.
Os trabalhos do Juri de hoje dia 22.03.2010 e primeiro dia do Julgamento do Caso Isabella, terminou ás 21h55 com o depoimento de Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella.
Durante aproximadamente 2h25 do depoimento da mãe de Isabella, Ana Carolina Oliveira (Carol), contou sobre a época de namoro com Alexandre Alves Nardoni e que o relacionamento com o pai de sua filha, terminou quando a criança tinha ainda onze meses, em razão da suspeita de que ele estaria lhe traindo.
Conforme as declarações de Ana (Carol), em suma, Alexandre vivia irritado e ficava facilmente nervoso.
Ela declarou ainda, que quando Isabella estava com um ano e quatro meses, Ana Carolina Oliveira, decidiu colocá-la em uma Escolinha. Que Alexandre logo após tomar conhecimento, telefonou para ela, completamente nervoso, dizendo que não aceitava aquela decisão e que essa decisão, teria sido tomada por influencias da avó materna, Rosa Oliveira, mãe de Ana Carolina. Contou também, que em detrimento disso, Alexandre foi até a casa de Carol, e ameaçou matar tanto ela, como a avó materna de Isabella e que só teria ido embora, após a chegada do pai de Alexandre ao local.
Em decorrência destas ameaças, Ana Carolina e Vovó Rosa, registraram um Boletim de Ocorrência.
Ana Carolina Oliveira, assim como os Jurados, permanecerá no Fórum de Santana, Zona Norte de São Paulo, onde deverá passar esta noite.
A permanência de Carol no Fórum, se deu, em virtude de um pedido do advogado Roberto Podval, que defende o casal Nardoni, requerendo a manutenção da mãe da Isabella no respectivo tribunal.
Podval falou que não teve a intenção de ser "cruel" com a mãe de Isabella, mais afirmou que a decisão de convocá-la partiu da acusação, e não da defesa.
Diante disso o Advogado Roberto Podval, ao final do primeiro dia de Julgamento, classificou como "carregado de emoção" o depoimento de Ana Carolina e disse que pode ter havido supostas contradições no relato, sem dar detalhes. O advogado de defesa do Casal Nardoni, falou ainda: - "A acusação arrola, deixa ela chorando ali, eu não consigo fazer pergunta e depois eu sou cruel porque eu não a dispenso?”, questionou. - “Eu vou precisar ouvi-la novamente." pontuou Podval.
Ana Carolina Oliveira, deverá ainda prestar depoimento, ou passar por uma *acareação em plenário amanhã, dia 23.03.2010, ou seja, no segundo dia do Julgamento do Caso Isabella, que tem como acusados, Alexandre Alves Nardoni e Anna Carolina Trotta Peixoto Jatobá, pai e madrasta da pequena Isabella.
O promotor do caso Dr. Francisco Cembranelli, manifestou em suas considerações, como lamentável, o pedido do Advogado de defesa Dr. Roberto Podval, em manter Ana Carolina Oliveira, à disposição da Justiça para a realização de uma eventual *acareação.
Relatando que tentou ao máximo poupar Ana Carolina, fazendo poucas perguntas, Cembranelli disse ainda, que para a mãe de Isabella, assim como para pessoas que passam por situação semelhante, é muito difícil reviver todo um trágico episódio, sob pressão emocional, portanto, mesmo sendo um Julgamento extenso, como é o caso, é necessário se ter muito respeito por todos.
*Acareação: É uma técnica jurídica que consiste em se apurar a verdade no depoimento ou declaração das testemunhas e das partes, confrontando-as frente a frente e levantando os pontos divergentes, até que se chegue ás alegações e afirmações verdadeiras.
A acareação (também denominada de confrontação ou acareamento) é um meio de prova previsto expressamente no Código de Processo Penal, disciplinado nos arts. 229 e 230 e também referido no art. 6º., VI, segunda parte.
A palavra vem do verbo acarear que significa, segundo Aurélio, "pôr cara a cara, ou frente a frente" e consiste em submeter testemunhas, acusados e vítimas a novas inquirições, desta vez em relação a pontos divergentes detectados em seus anteriores depoimentos e que digam respeito a fatos e circunstâncias relevantes para a causa, ou seja, que possam, em tese, concorrer "diretamente para a condenação ou absolvição do acusado, e, no caso de condenação, para a maior ou menor gravidade da penal[l]". Nota: *Acareação - {Fonte Bibliografica: [1] Inocêncio Borges da Rosa, Processo Penal Brasileiro, Porto Alegre: Globo, Vol. 2, 1942, p. 80.}
Diante do impasse, promovido pelas partes, o Douto juizo que preside o Julgamento, Dr. Maurício Fossen, alegou que não poderia liberar Ana Carolina Oliveira, que saiu da sala de julgamento chorando.
Por Elizabeth Misciasci
Atualizado ás 21:00 BRT - 00:00 GMT
Continua o depoimento de Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella, que teve início por volta das 19h30.
Muito emocionada, Ana Carolina Oliveira (Carol) responde aos vários quesitos que lhe são interpelados. No depoimento que já dura aproximadamente 1 hora e meia, a mãe da pequena Isabella chorou por quatro vêzes, emocionando os jurados, que demonstraram-se muito comovidos com os relatos de Carol.
O testemunho da mãe de Isabella, era o mais esperado neste primeiro dia de Julgamento e conforme parecer do representante do Ministério Público, Dr. Francisco Cembranelli, a oitiva de Ana Carolina Oliveira é um dos mais importantes depoimentos para acusação, que afirma ser um "depoimento chave".
Somente após serem ouvidas todas as testemunhas arroladas pelas partes, e assim sendo, o final de todos os depoimentos, é que os réus serão interrogados. Depois disso, serão feitos os debates da defesa e da acusação, antes de ser prolatada a sentença.
Com encerramento previsto para as 21h, provavelmente não serão ouvidas mais testemunhas ainda hoje, podendo ser o depoimento de Ana Carolina Oliveira o único do primeiro dia de Julgamento, em virtude dos atrasos ocorridos. De qualquer forma, o Julgamento continua amanhã a partir das 9h.
22.03.2010 - 19:30 BRT - 22:30 GMT
A leitura da Sintese do Caso Isabella pelos Jurados, diferentemente do tempo estimado que estava previsto para ser concluído em trinta minutos, levou uma hora e meia aproximadamente.
Os principais pontos do processo destacados pela defesa e a acusação foram parte deste resumo entregue aos sete jurados que compõe o Conselho de Sentença.
Nestas cinco horas em que já ocorre o Julgamento, a primeira testemunha que deve ser ouvida éAna Carolina Oliveira, (Carol) mãe de Isabella.
A sequência que as testemunhas serão ouvidas, ainda não foi informada.
O que se sabe, é que amanhã dia 23 de março de 2010, o Julgamento terá incio em horário diferenciado de hoje, o primeiro dia, ou seja, ás 9:00 horas, (horário de Brasília), prevendo que os acusados já deverão estar no banco dos réus, cada integrante do Juri em seu posto e os trabalhos no Fórum de Santana para o segundo dia de Julgamento, iniciados.
Atualizado 22.03.2010 - 19:00 BRT - 22:00 GMT
Até o presente momento, o pedido da Defesa, requerendo junto ao Juiz que Preside o Julgamento, o deferimento para que os Jurados sejam levados até o Edifício London, ainda não foi decidido pelo Mister Juízo, portanto, ainda não há o despacho quanto a esse pedido.
Atualizado 22.03.2010 - 17:50 BRT - 20:50 GMT
Por Elizabeth Misciasci
O Julgamento que começou oficialmente as 14:17 horas, e teve três pedidos requeridos pela defesa, foram pelo Ilmo Douto Juízo Maurício Fossen, todos indeferidos.
Um dos pedidos feitos pela defesa, estava sustentado no prazo excedido para que o casal continuasse nas condições de pessoas presas. O Mérito apontado pela Defesa, rogava a soltura dos acusados, por excesso de prazo, ou seja, pelo fato do casal estar mantido sob prisão preventiva por tempo maior do que a lei determina. Contudo, o pedido para que Alexandre Alves Nardoni e Anna Carolina Trotta Peixoto Jatobá não mais permanecessem encarcerados, foi fundamentado e Indeferido pelo Juiz que Comanda o Juri, em despacho liminar no próprio Plenário.
Com a cópia da síntese do caso, que se compõe em 26 (vinte e seis) volumes de aproximadamente um total de cinco mil páginas, transcritos numa espécie de resumo, já foram entregues aos jurados, que devem concluir a leitura desta síntese em 30 (trinta) minutos, quando então começam a serem ouvidas as testemunhas e se inicia o Julgamento de fato.
Sete testemunhas foram dispensadas, o que pode significar um andamento mais rápido do Julgamento. O que cada testemunha que foi dispensada tinha para declarar, já foi colhido e devidamente juntado nos autos, portanto, e até por ser uma questão de praxe, em nada ira interferir a ausencia com desistencias das partes, destas testemunhas.
Aonde passarão a noite os acusados?
Conforme informações da Secretária de administração Penitenciária da Capital de São Paulo, Alexandre Alves Nardoni e Anna Carolina Peixoto Trotta Jatobá, deverão ser recambiados até uma delegacia na mesma região da Zona Norte e ficarão em celas distantes e separados sem qualquer acesso ou troca de informações.
Embora esta informação não seja definitiva e clara o bastante, tendo por objetivo maior, preservar a integridade física e total segurança dos acusados, nenhuma delegacia de São Paulo, têm por via de regra e também por falta de estrutura, condições de acolher pessoas na condição de presas. Nem tão pouco é legal manter pessoas de sexo oposto no mesmo estabelecimento carcerário, mesmo que utilizando o "corró" provisóriamente.
No entanto, por se tratar de um Caso de grande Clamor Público, não se descarta a possibilidade de que alguma delegacia próxima do Fórum Regional de Santana, já esteja se preparando com o mínimo de condições para acolher e permitir a permanencia carcerária noturna do Casal.
Atualizado 22.03.2010 - 16:48 BRT - 19:48 GMT
Por Elizabeth Misciasci
O depoimento de Rosa Oliveira, avó materna de Isabella, não será colhido no Julgamento do Casal Nardoni
Retomado os trabalhos do Juri, o representante da acusação, descarta o depoimento da avó materna de Isabella Nardoni, Rosa Oliveira.
O julgamento do Casal Nardoni que foi interrompido, por diversas ocorrências, reinicia no Fórum Regional de Santana, Zona Norte de São Paulo.
A assistente da acusação Drª Cristina Christo, desistiu de ouvir a avó materna de Isabella, Rosa Oliveira, afim de evitar maiores comoções, uma vez que submetê-la a mais uma situação de impacto emocional, é desnecessário.
Segundo a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça, a defesa desistiu de ouvir (06) seis testemunhas no julgamento reiniciado no Fórum de Santana, na Zona Norte de São Paulo. O nome dessas pessoas, porém, ainda não foi divulgado.
Glória Perez, deverá vir a São Paulo, com o objetivo de prestar solidariedade a família de Isabella.
De acordo com especialistas do Direito, a escritora Glória Perez, que teve sua filha assassinada em 1992, poderá ser impedida de entrar no plenário e assistir ao Juri.
O fato de prestar a solidariedade, acompanhando na parte interna do Fórum os familiares de Isabella, poderá ser negado, se uma das partes se manifestar e entender que por ser ela, (Glória Perez), mãe de uma vítima fatal, de um caso que também provocou clamor Público e abalo social, poderá refletir na posição e parecer dos jurados.
Pelo ponto de vista Jurídico e opinião de alguns advogados, esse impedimento poderá ocorrer por dois motivos:- Primeiro por se tratar de uma pessoa pública e segundo pelo clamor, abalo e inconformismo que o Caso Daniela Perez, também provocou e nunca foi esquecido.
Crime ou Fatalidade?.
- Quem ira decidir, são quatro mulheres e três homens, pessoas comuns, que foram selecionadas entre quarenta pessoas convocadas, e após serem sorteadas, passaram a compor o Conselho de Sentença no Julgamento do Caso Isabella.
Até o final do Julgamento, os sete jurados irão dormir numa pequena suite dentro do próprio Fórum Regional de Santana. Os jurados também não podem ler jornais, assistir televisão, falar com familiares, amigos ou alguém que possa mesmo que indiretamente, interferir na opinião destes.
Atualizado 22.03.2010 - 16:00 BRT - 19:00 GMT
Por Elizabeth Misciasci
Defesa acaba de solicitar o adiamento do Julgamento do Caso Isabella
Na expectativa, o julgamento do Casal Nardoni é interrompido, mas não haverá adiamento e os jurados , quatro Mulheres e três homens já foram selecionados.
O Juiz INDEFERIU o pedido de adiamento do Julgamento do Caso Isabella
Com o pedido indeferido (negado) pelo Douto Juizo Dr Maurício Fossen, o Julgamento faz agora uma pausa rápida para almoço e em breve recomeçará, pressupomos que definitivamente.
Esta previsto que a seção de hoje (22.03.2010) prossiga até as 22:00 hs (BRT), mas normalmente, o horário é 21:00 hs, porém, em detrimento aos atrasos, poderá sim, ser prolongado.
O Juri que remonta os tempos de Juris mosaicos e que confirmarão ou não se os acusados são culpados ou inocentes, foi interrompido, para que o advogado de defesa Dr Roberto Podval impetrasse junto ao Douto Juízo um pedido para que os jurados fossem até o prédio aonde Isabella teria sido assassinada.
Os trabalhos também estão atrasados, em razão de Anna Carolina Trotta Peixoto Jatobá, ter passado mal e ter sido atendida, por médicos no Fórum.
Anna Carolina Jatobá, teria passado muito mal antes de adentrar a sala de Julgamento, e este seria também um dos motivos que teriam levado a defesa a requerer o adiamento do Julgamento.
Foram descartados três jurados, e o que se percebe, é que a defesa pretende mesmo adiar o Julgamento do Casal Nardoni.
Os pedidos impetrados pelo Advogado Dr. Roberto Podval, um requerendo que o Julgamento seja televisionado e o outro solicitando o encaminhamento dos Jurados até o Edifício London, ainda não foram despachos pelo Juiz, Dr. Maurício Fossen.
Também informamos, que uma das testemunhas foi recusada, por estar de bermuda em total desacato as normas que regem um Tribunal. Ainda não temos o nome desta testemunha.
Ha uma pausa para almoço, durante esta pausa alguns veículos farão uma troca de turno dos que devem enfim, acompanhar ou não o Julgamento.
Atualizado 22.03.2010 - 14:20 BRT - 17:20 GMT
Com Atraso de mais de uma hora no ínício previsto do Julgamento do Caso Isabella, começa oficialmente ás 14: 17 horas (BRT) o Julgamento do Casal Nardoni, conforme informou a Assessoria de Imprensa do Fórum de Santana
Por Elizabeth Misciasci
Com atraso de uma hora e dezessete minutos, inicia-se um dos Julgamentos mais esperados dos últimos anos.
As 13:50 começou o chamado protocolo, com o sorteio que seleciona os sete Jurados que compõe o Conselho de Sentença.
Mesmo com atraso, todas as testemunhadas arroladas pelas partes, já se encontram no Fórum. Ao todo, são vinte e três pessoas, que vão testemunhar.
Dezessete destas testemunhas, foram convocadas pela Defesa, três testemunhas pela Acusação e três testemunhas, que foram arroladas tanto para a Defesa como para a Acusação.
Destas testemunhas, foram arrolados o médico que analisou o corpo de Isabella, e a delegada Renata Pontes, que são considerados importantes depoentes à serem interpelados tanto pela a acusação, como pela defesa.
Conhecido como Caso Isabella, os acusados, (pai e madrasta da pequena Isabella) Alexandre Alves Nardoni e Anna Carolina Trotta Peixoto Jatobá, serão submetidos a Juri Popular, que deverá acontecer pelo período médio de cinco dias, ou seja, até dia 26 de março de 2010.
Tendo o Juiz de Direito Dr. Mauricio Fossen, á presidir o Plenário, Dr. Francisco Cembranelli como representante do Ministério Público, Drª Cristina Christo, como assistente da acusação e procuradora legal da família materna de Isabella, Dr. Roberto Podval como Advogado que representa a defesa, e advogada Roselle Soglio, que faz parte da equipe de defesa, o Julgamento ocorre no Fórum Regional de Santana, zona Norte da Capital Paulista.
Tanto a defesa como a acusação, podem recusar até três jurados. Réu e jurados ficarão do lado da janela, enquanto o Douto Juízo permanecerá no centro do Plenário.
Com cópia da síntese do caso e decisão, os jurados farão a leitura individualmente e em silencio, permanecendo incomunicáveis durante todo o julgamento. Os sete jurados, que vão compor o Conselho de Sentença, não poderão falar com ninguém sobre o caso, nem entre eles.
No final da instrução, os jurados receberão duas cédulas, uma com a palavra Sim e a outra com a palavra Não.
Sem que um jurado possa ver a intenção de voto do outro, as respectivas cédulas, serão colocadas por cada um dos representantes do Juri, em uma Urna, que decidirá o futuro do Casal Nardoni e o provável desfecho do comovente Caso Isabella.
A defesa e a acusação, montaram estratégias especiais que serão apresentadas durante os trâmites.
Na descrição da denuncia, o representante do Ministério Público, Promotor Dr. Francisco Cembranelli acusa com fundamentos Alexandre e Anna Jatobá pelo homicídio triplamente qualificado da menina Isabella Nardoni, que no dia 29 de março de 2008 foi atirada do 6º andar do edifício London, na vila Izolina Mazzei, Zona Norte de São Paulo.
Atualizado ás- 12:52 BRT - 15:52 GMT
O pai de Alexandre, Dr. Antonio Nardoni, também acabou de chegar ao Fórum de Santana, junto com a filha Cristiane Nardoni, e em meio a muitas vaias, não quis falar com a imprensa.
Conforme informações da assessoria de imprensa do Fórum, dezessete testemunhas já se encontram no Fórum Regional de Santana.
Entre as testemunhas presentes, esta o advogado Dr. Rogério Neri, membro da antiga equipe de defesa do Casal Nardoni.
Faltando menos de dez minutos para o início do Julgamento do Casal Nardoni, o Fórum aonde ocorre o pleito, encontra-se repleto de pessoas vindas de várias regiões do País e a Imprensa aguarda para poder entrar e ocupar os vinte e um lugares reservados para as mídias, lugares estes, que serão revezados de acôrdo com credenciamento e a critério de cada veículo.
Por Elizabeth Misciasci
Atualizado 22.03.2010 - 12:18 BRT - 15:18 GMT
Sete Jurados, vão compor o Conselho Sentença. São estes sete jurados que irão decidir o futuro dos acusados.
O pedreiro Gabriel dos Santos Neto, uma das principais testemunhas da defesa e que era considerada estando em lugar incerto e não sabido, foi localizada e esta no Fórum de Santana desde as 10:30 horas, aonde prestará seu depoimento, garantindo assim a plenitude de defesa, no Julgamento do Casal Nardoni.
A defesa afirma que a dinâmica do crime esta "em xeque" pois foi alterada, e realça ainda, que o exame de DNA, não garante nem corrobora o possível sangue encontrado e relatado pela perícia.
A defesa ainda deverá sustentar a tese da terceira pessoa ou um acidente domiciliar (acidente doméstico). Na verdade, como afirmam diversos e conceituados especialistas do Direito, o juri e resultado é uma grande surpresa, pois é direito inclusive dos jurados, se dirigirem aos lugares citados pelas partes, se houver dúvidas por parte dos senhores julgadores.
Atualizado 22.03.2010 - 11:17 BRT - 14:17 GMT
Ana Carolina Cunha de Oliveira, mãe da pequena Isabella, chega ao Fórum de Santana, aonde será realizado o Julgamento do Casal Nardoni
Ana Carolina Oliveira, acaba de chegar ao Fórum de Santana.
Em dois carros, com os vidros escuros, Ana (Carol) acompanhada de familiares, entre estes seu pai (Seu Zé) Dona Rosa, Felipe, os familiares maternos de Isabella e um advogado da família, adentraram o Fórum.
Os dois veículos entraram por um acesso restrito lateral do Fórum Regional de Santana, Zona Norte de São Paulo, e nenhum dos familiares maternos da pequena Isabella, irão se manifestar nem conceder entrevistas por enquanto.
Ana Carolina Oliveira, na posição e parecer do representante do Ministério Público, Doutor Francisco Cembranelli, é uma das mais importantes testemunhas para a acusação.
A movimentação na Frente do Fórum e laterais é imensa, muita gente e imprensas diversas, aguardam o começo do Julgamento do Casal Nardoni.
Uma média de setenta e sete pessoas deverão assistir ao Primeiro dia de Julgamento, que muito provavelmente se estenderá até o dia 26 de março de 2010, ou seja três dias antes de completar dois anos da morte de Isabella.
Atualizado 22.03.2010 - 10:30 BRT - 13:30 GMT
Por Elizabeth Misciasci
Duas mini maquetes foram encomendadas e confeccionadas e deverão serem utilizadas durante o decorrer do Julgamento do Casal Nardoni.
É a primeira vez, que no Brasil, e em razão do próprio avanço tecnológico, que se utiliza maquetes deste tipo, como objeto de instrução e condução de um Caso na Vara do Juri.
Uma maquete artesanal busca representar fielmente a realidade usando materiais de simples manuseio e baixo custo e é muito usada no meio acadêmico.
De acordo com informações de um assistente criminal, que se encontra no Fórum Regional de Santana, há também uma réplica do apartamento do Casal Alexandre Alves Nardoni e Anna Carolina Trotta Jatobá, no Edifício London. No entanto, a respectiva réplica, está "guardada a sete chaves".
Atualizado 22.03.2010 - 08:30 BRT - 11:30 GMT
Por Elizabeth Misciasci
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Trottá Jatobá, chegaram por volta das 08:25 no Fórum Regional de Santana, Zona Norte de São Paulo.
O Casal Nardoni, que viajou em viaturas separadas, (Anna Jatobá, no conhecido "Bonde" carro maior e Alexandre em uma viatura menor), seguiram incomunicáveis, algemados e cada um com sua respectiva escolta, mas num mesmo horário, percurso e combio, a fim de serem assim preservadas a integridade de todos, chegando seguros até a Capital Paulista.
Nardoni e Jatobá, deverão permanecer na carceragem do Fórum de Santana, até o horário previsto para o começo dos trâmites formais do julgamento no Tribunal do Juri, quando serão conduzidos ao plenário.
É neste Fórum Criminal, (o Fórum Regional de Santana), que o casal Nardoni, denunciado pelo Ministério Público e apontado em relatórios policiais e períciais, permanecerão para acompanhar o Julgamento, aonde são acusados e serão julgados pelo assassinato da pequena Isabella Oliveira, em 29 de março de 2008.
As quarenta pessoas, (23 mulheres e 17 homens), convocadas para o sorteio que formará o corpo de Jurados do Caso Isabella, também já se encontram todos no Fórum Regional de Santana.
O Julgamento esta previsto para se iniciar às 13:00 horas, (Horário de Brasília).
As Notícias do Julgamento do Casal Nardoni, também poderão ser conferidas no link abaixo
Manifestação Pacífica e apoio em Memória de Isabella, será realizado durante o Julgamento do Casal Nardoni
Últimas Notícias do Julgamento do Casal Nardoni - Leia e acompanhe Aqui
Atualizado 21 de março de 2010
Por Elizabeth Misciasci
Manifestação Pacífica e apoio em Memória de Isabella, será realizado durante o Julgamento do Casal Nardoni
Por volta das 12:30 h, do dia 22 de março de 2010, as idealizadoras do Movimento Isabella,com organização de Sandra Domingues e Alyne Cruz, estarão com faixas e cartazes, na frente do Fórum Regional de Santana, na Casa Verde, Zona Norte de São Paulo. Contando com o apoio e presença do grupo EUVI (Encontro Unificado das Vítimas da Impunidade) e ativistas, participantes de comunidades no Orkut, de forma pacífica se mobilizarão. Se for possível, as pessoas do Bem, podem e devem comparecer, aproveitando também para conhecer parte do grupo.

Por Elizabeth Misciasci
Termina o primeiro dia do Julgamento do Caso Isabella.
Os trabalhos do Juri de hoje dia 22.03.2010 e primeiro dia do Julgamento do Caso Isabella, terminou ás 21h55 com o depoimento de Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella.
Durante aproximadamente 2h25 do depoimento da mãe de Isabella, Ana Carolina Oliveira (Carol), contou sobre a época de namoro com Alexandre Alves Nardoni e que o relacionamento com o pai de sua filha, terminou quando a criança tinha ainda onze meses, em razão da suspeita de que ele estaria lhe traindo.
Conforme as declarações de Ana (Carol), em suma, Alexandre vivia irritado e ficava facilmente nervoso.
Ela declarou ainda, que quando Isabella estava com um ano e quatro meses, Ana Carolina Oliveira, decidiu colocá-la em uma Escolinha. Que Alexandre logo após tomar conhecimento, telefonou para ela, completamente nervoso, dizendo que não aceitava aquela decisão e que essa decisão, teria sido tomada por influencias da avó materna, Rosa Oliveira, mãe de Ana Carolina. Contou também, que em detrimento disso, Alexandre foi até a casa de Carol, e ameaçou matar tanto ela, como a avó materna de Isabella e que só teria ido embora, após a chegada do pai de Alexandre ao local.
Em decorrência destas ameaças, Ana Carolina e Vovó Rosa, registraram um Boletim de Ocorrência.
Ana Carolina Oliveira, assim como os Jurados, permanecerá no Fórum de Santana, Zona Norte de São Paulo, onde deverá passar esta noite.
A permanência de Carol no Fórum, se deu, em virtude de um pedido do advogado Roberto Podval, que defende o casal Nardoni, requerendo a manutenção da mãe da Isabella no respectivo tribunal.
Podval falou que não teve a intenção de ser "cruel" com a mãe de Isabella, mais afirmou que a decisão de convocá-la partiu da acusação, e não da defesa.
Diante disso o Advogado Roberto Podval, ao final do primeiro dia de Julgamento, classificou como "carregado de emoção" o depoimento de Ana Carolina e disse que pode ter havido supostas contradições no relato, sem dar detalhes. O advogado de defesa do Casal Nardoni, falou ainda: - "A acusação arrola, deixa ela chorando ali, eu não consigo fazer pergunta e depois eu sou cruel porque eu não a dispenso?”, questionou. - “Eu vou precisar ouvi-la novamente." pontuou Podval.
Ana Carolina Oliveira, deverá ainda prestar depoimento, ou passar por uma *acareação em plenário amanhã, dia 23.03.2010, ou seja, no segundo dia do Julgamento do Caso Isabella, que tem como acusados, Alexandre Alves Nardoni e Anna Carolina Trotta Peixoto Jatobá, pai e madrasta da pequena Isabella.
O promotor do caso Dr. Francisco Cembranelli, manifestou em suas considerações, como lamentável, o pedido do Advogado de defesa Dr. Roberto Podval, em manter Ana Carolina Oliveira, à disposição da Justiça para a realização de uma eventual *acareação.
Relatando que tentou ao máximo poupar Ana Carolina, fazendo poucas perguntas, Cembranelli disse ainda, que para a mãe de Isabella, assim como para pessoas que passam por situação semelhante, é muito difícil reviver todo um trágico episódio, sob pressão emocional, portanto, mesmo sendo um Julgamento extenso, como é o caso, é necessário se ter muito respeito por todos.
*Acareação: É uma técnica jurídica que consiste em se apurar a verdade no depoimento ou declaração das testemunhas e das partes, confrontando-as frente a frente e levantando os pontos divergentes, até que se chegue ás alegações e afirmações verdadeiras.
A acareação (também denominada de confrontação ou acareamento) é um meio de prova previsto expressamente no Código de Processo Penal, disciplinado nos arts. 229 e 230 e também referido no art. 6º., VI, segunda parte.
A palavra vem do verbo acarear que significa, segundo Aurélio, "pôr cara a cara, ou frente a frente" e consiste em submeter testemunhas, acusados e vítimas a novas inquirições, desta vez em relação a pontos divergentes detectados em seus anteriores depoimentos e que digam respeito a fatos e circunstâncias relevantes para a causa, ou seja, que possam, em tese, concorrer "diretamente para a condenação ou absolvição do acusado, e, no caso de condenação, para a maior ou menor gravidade da penal[l]". Nota: *Acareação - {Fonte Bibliografica: [1] Inocêncio Borges da Rosa, Processo Penal Brasileiro, Porto Alegre: Globo, Vol. 2, 1942, p. 80.}
Diante do impasse, promovido pelas partes, o Douto juizo que preside o Julgamento, Dr. Maurício Fossen, alegou que não poderia liberar Ana Carolina Oliveira, que saiu da sala de julgamento chorando.
Por Elizabeth Misciasci
Atualizado ás 21:00 BRT - 00:00 GMT
Continua o depoimento de Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella, que teve início por volta das 19h30.
Muito emocionada, Ana Carolina Oliveira (Carol) responde aos vários quesitos que lhe são interpelados. No depoimento que já dura aproximadamente 1 hora e meia, a mãe da pequena Isabella chorou por quatro vêzes, emocionando os jurados, que demonstraram-se muito comovidos com os relatos de Carol.
O testemunho da mãe de Isabella, era o mais esperado neste primeiro dia de Julgamento e conforme parecer do representante do Ministério Público, Dr. Francisco Cembranelli, a oitiva de Ana Carolina Oliveira é um dos mais importantes depoimentos para acusação, que afirma ser um "depoimento chave".
Somente após serem ouvidas todas as testemunhas arroladas pelas partes, e assim sendo, o final de todos os depoimentos, é que os réus serão interrogados. Depois disso, serão feitos os debates da defesa e da acusação, antes de ser prolatada a sentença.
Com encerramento previsto para as 21h, provavelmente não serão ouvidas mais testemunhas ainda hoje, podendo ser o depoimento de Ana Carolina Oliveira o único do primeiro dia de Julgamento, em virtude dos atrasos ocorridos. De qualquer forma, o Julgamento continua amanhã a partir das 9h.
22.03.2010 - 19:30 BRT - 22:30 GMT
A leitura da Sintese do Caso Isabella pelos Jurados, diferentemente do tempo estimado que estava previsto para ser concluído em trinta minutos, levou uma hora e meia aproximadamente.
Os principais pontos do processo destacados pela defesa e a acusação foram parte deste resumo entregue aos sete jurados que compõe o Conselho de Sentença.
Nestas cinco horas em que já ocorre o Julgamento, a primeira testemunha que deve ser ouvida éAna Carolina Oliveira, (Carol) mãe de Isabella.
A sequência que as testemunhas serão ouvidas, ainda não foi informada.
O que se sabe, é que amanhã dia 23 de março de 2010, o Julgamento terá incio em horário diferenciado de hoje, o primeiro dia, ou seja, ás 9:00 horas, (horário de Brasília), prevendo que os acusados já deverão estar no banco dos réus, cada integrante do Juri em seu posto e os trabalhos no Fórum de Santana para o segundo dia de Julgamento, iniciados.
Atualizado 22.03.2010 - 19:00 BRT - 22:00 GMT
Até o presente momento, o pedido da Defesa, requerendo junto ao Juiz que Preside o Julgamento, o deferimento para que os Jurados sejam levados até o Edifício London, ainda não foi decidido pelo Mister Juízo, portanto, ainda não há o despacho quanto a esse pedido.
Atualizado 22.03.2010 - 17:50 BRT - 20:50 GMT
Por Elizabeth Misciasci
O Julgamento que começou oficialmente as 14:17 horas, e teve três pedidos requeridos pela defesa, foram pelo Ilmo Douto Juízo Maurício Fossen, todos indeferidos.
Um dos pedidos feitos pela defesa, estava sustentado no prazo excedido para que o casal continuasse nas condições de pessoas presas. O Mérito apontado pela Defesa, rogava a soltura dos acusados, por excesso de prazo, ou seja, pelo fato do casal estar mantido sob prisão preventiva por tempo maior do que a lei determina. Contudo, o pedido para que Alexandre Alves Nardoni e Anna Carolina Trotta Peixoto Jatobá não mais permanecessem encarcerados, foi fundamentado e Indeferido pelo Juiz que Comanda o Juri, em despacho liminar no próprio Plenário.
Com a cópia da síntese do caso, que se compõe em 26 (vinte e seis) volumes de aproximadamente um total de cinco mil páginas, transcritos numa espécie de resumo, já foram entregues aos jurados, que devem concluir a leitura desta síntese em 30 (trinta) minutos, quando então começam a serem ouvidas as testemunhas e se inicia o Julgamento de fato.
Sete testemunhas foram dispensadas, o que pode significar um andamento mais rápido do Julgamento. O que cada testemunha que foi dispensada tinha para declarar, já foi colhido e devidamente juntado nos autos, portanto, e até por ser uma questão de praxe, em nada ira interferir a ausencia com desistencias das partes, destas testemunhas.
Aonde passarão a noite os acusados?
Conforme informações da Secretária de administração Penitenciária da Capital de São Paulo, Alexandre Alves Nardoni e Anna Carolina Peixoto Trotta Jatobá, deverão ser recambiados até uma delegacia na mesma região da Zona Norte e ficarão em celas distantes e separados sem qualquer acesso ou troca de informações.
Embora esta informação não seja definitiva e clara o bastante, tendo por objetivo maior, preservar a integridade física e total segurança dos acusados, nenhuma delegacia de São Paulo, têm por via de regra e também por falta de estrutura, condições de acolher pessoas na condição de presas. Nem tão pouco é legal manter pessoas de sexo oposto no mesmo estabelecimento carcerário, mesmo que utilizando o "corró" provisóriamente.
No entanto, por se tratar de um Caso de grande Clamor Público, não se descarta a possibilidade de que alguma delegacia próxima do Fórum Regional de Santana, já esteja se preparando com o mínimo de condições para acolher e permitir a permanencia carcerária noturna do Casal.
Atualizado 22.03.2010 - 16:48 BRT - 19:48 GMT
Por Elizabeth Misciasci
O depoimento de Rosa Oliveira, avó materna de Isabella, não será colhido no Julgamento do Casal Nardoni
Retomado os trabalhos do Juri, o representante da acusação, descarta o depoimento da avó materna de Isabella Nardoni, Rosa Oliveira.
O julgamento do Casal Nardoni que foi interrompido, por diversas ocorrências, reinicia no Fórum Regional de Santana, Zona Norte de São Paulo.
A assistente da acusação Drª Cristina Christo, desistiu de ouvir a avó materna de Isabella, Rosa Oliveira, afim de evitar maiores comoções, uma vez que submetê-la a mais uma situação de impacto emocional, é desnecessário.
Segundo a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça, a defesa desistiu de ouvir (06) seis testemunhas no julgamento reiniciado no Fórum de Santana, na Zona Norte de São Paulo. O nome dessas pessoas, porém, ainda não foi divulgado.
Glória Perez, deverá vir a São Paulo, com o objetivo de prestar solidariedade a família de Isabella.
De acordo com especialistas do Direito, a escritora Glória Perez, que teve sua filha assassinada em 1992, poderá ser impedida de entrar no plenário e assistir ao Juri.
O fato de prestar a solidariedade, acompanhando na parte interna do Fórum os familiares de Isabella, poderá ser negado, se uma das partes se manifestar e entender que por ser ela, (Glória Perez), mãe de uma vítima fatal, de um caso que também provocou clamor Público e abalo social, poderá refletir na posição e parecer dos jurados.
Pelo ponto de vista Jurídico e opinião de alguns advogados, esse impedimento poderá ocorrer por dois motivos:- Primeiro por se tratar de uma pessoa pública e segundo pelo clamor, abalo e inconformismo que o Caso Daniela Perez, também provocou e nunca foi esquecido.
Crime ou Fatalidade?.
- Quem ira decidir, são quatro mulheres e três homens, pessoas comuns, que foram selecionadas entre quarenta pessoas convocadas, e após serem sorteadas, passaram a compor o Conselho de Sentença no Julgamento do Caso Isabella.
Até o final do Julgamento, os sete jurados irão dormir numa pequena suite dentro do próprio Fórum Regional de Santana. Os jurados também não podem ler jornais, assistir televisão, falar com familiares, amigos ou alguém que possa mesmo que indiretamente, interferir na opinião destes.
Atualizado 22.03.2010 - 16:00 BRT - 19:00 GMT
Por Elizabeth Misciasci
Defesa acaba de solicitar o adiamento do Julgamento do Caso Isabella
Na expectativa, o julgamento do Casal Nardoni é interrompido, mas não haverá adiamento e os jurados , quatro Mulheres e três homens já foram selecionados.
O Juiz INDEFERIU o pedido de adiamento do Julgamento do Caso Isabella
Com o pedido indeferido (negado) pelo Douto Juizo Dr Maurício Fossen, o Julgamento faz agora uma pausa rápida para almoço e em breve recomeçará, pressupomos que definitivamente.
Esta previsto que a seção de hoje (22.03.2010) prossiga até as 22:00 hs (BRT), mas normalmente, o horário é 21:00 hs, porém, em detrimento aos atrasos, poderá sim, ser prolongado.
O Juri que remonta os tempos de Juris mosaicos e que confirmarão ou não se os acusados são culpados ou inocentes, foi interrompido, para que o advogado de defesa Dr Roberto Podval impetrasse junto ao Douto Juízo um pedido para que os jurados fossem até o prédio aonde Isabella teria sido assassinada.
Os trabalhos também estão atrasados, em razão de Anna Carolina Trotta Peixoto Jatobá, ter passado mal e ter sido atendida, por médicos no Fórum.
Anna Carolina Jatobá, teria passado muito mal antes de adentrar a sala de Julgamento, e este seria também um dos motivos que teriam levado a defesa a requerer o adiamento do Julgamento.
Foram descartados três jurados, e o que se percebe, é que a defesa pretende mesmo adiar o Julgamento do Casal Nardoni.
Os pedidos impetrados pelo Advogado Dr. Roberto Podval, um requerendo que o Julgamento seja televisionado e o outro solicitando o encaminhamento dos Jurados até o Edifício London, ainda não foram despachos pelo Juiz, Dr. Maurício Fossen.
Também informamos, que uma das testemunhas foi recusada, por estar de bermuda em total desacato as normas que regem um Tribunal. Ainda não temos o nome desta testemunha.
Ha uma pausa para almoço, durante esta pausa alguns veículos farão uma troca de turno dos que devem enfim, acompanhar ou não o Julgamento.
Atualizado 22.03.2010 - 14:20 BRT - 17:20 GMT
Com Atraso de mais de uma hora no ínício previsto do Julgamento do Caso Isabella, começa oficialmente ás 14: 17 horas (BRT) o Julgamento do Casal Nardoni, conforme informou a Assessoria de Imprensa do Fórum de Santana
Por Elizabeth Misciasci
Com atraso de uma hora e dezessete minutos, inicia-se um dos Julgamentos mais esperados dos últimos anos.
As 13:50 começou o chamado protocolo, com o sorteio que seleciona os sete Jurados que compõe o Conselho de Sentença.
Mesmo com atraso, todas as testemunhadas arroladas pelas partes, já se encontram no Fórum. Ao todo, são vinte e três pessoas, que vão testemunhar.
Dezessete destas testemunhas, foram convocadas pela Defesa, três testemunhas pela Acusação e três testemunhas, que foram arroladas tanto para a Defesa como para a Acusação.
Destas testemunhas, foram arrolados o médico que analisou o corpo de Isabella, e a delegada Renata Pontes, que são considerados importantes depoentes à serem interpelados tanto pela a acusação, como pela defesa.
Conhecido como Caso Isabella, os acusados, (pai e madrasta da pequena Isabella) Alexandre Alves Nardoni e Anna Carolina Trotta Peixoto Jatobá, serão submetidos a Juri Popular, que deverá acontecer pelo período médio de cinco dias, ou seja, até dia 26 de março de 2010.
Tendo o Juiz de Direito Dr. Mauricio Fossen, á presidir o Plenário, Dr. Francisco Cembranelli como representante do Ministério Público, Drª Cristina Christo, como assistente da acusação e procuradora legal da família materna de Isabella, Dr. Roberto Podval como Advogado que representa a defesa, e advogada Roselle Soglio, que faz parte da equipe de defesa, o Julgamento ocorre no Fórum Regional de Santana, zona Norte da Capital Paulista.
Tanto a defesa como a acusação, podem recusar até três jurados. Réu e jurados ficarão do lado da janela, enquanto o Douto Juízo permanecerá no centro do Plenário.
Com cópia da síntese do caso e decisão, os jurados farão a leitura individualmente e em silencio, permanecendo incomunicáveis durante todo o julgamento. Os sete jurados, que vão compor o Conselho de Sentença, não poderão falar com ninguém sobre o caso, nem entre eles.
No final da instrução, os jurados receberão duas cédulas, uma com a palavra Sim e a outra com a palavra Não.
Sem que um jurado possa ver a intenção de voto do outro, as respectivas cédulas, serão colocadas por cada um dos representantes do Juri, em uma Urna, que decidirá o futuro do Casal Nardoni e o provável desfecho do comovente Caso Isabella.
A defesa e a acusação, montaram estratégias especiais que serão apresentadas durante os trâmites.
Na descrição da denuncia, o representante do Ministério Público, Promotor Dr. Francisco Cembranelli acusa com fundamentos Alexandre e Anna Jatobá pelo homicídio triplamente qualificado da menina Isabella Nardoni, que no dia 29 de março de 2008 foi atirada do 6º andar do edifício London, na vila Izolina Mazzei, Zona Norte de São Paulo.
Atualizado ás- 12:52 BRT - 15:52 GMT
O pai de Alexandre, Dr. Antonio Nardoni, também acabou de chegar ao Fórum de Santana, junto com a filha Cristiane Nardoni, e em meio a muitas vaias, não quis falar com a imprensa.
Conforme informações da assessoria de imprensa do Fórum, dezessete testemunhas já se encontram no Fórum Regional de Santana.
Entre as testemunhas presentes, esta o advogado Dr. Rogério Neri, membro da antiga equipe de defesa do Casal Nardoni.
Faltando menos de dez minutos para o início do Julgamento do Casal Nardoni, o Fórum aonde ocorre o pleito, encontra-se repleto de pessoas vindas de várias regiões do País e a Imprensa aguarda para poder entrar e ocupar os vinte e um lugares reservados para as mídias, lugares estes, que serão revezados de acôrdo com credenciamento e a critério de cada veículo.
Por Elizabeth Misciasci
Atualizado 22.03.2010 - 12:18 BRT - 15:18 GMT
Sete Jurados, vão compor o Conselho Sentença. São estes sete jurados que irão decidir o futuro dos acusados.
O pedreiro Gabriel dos Santos Neto, uma das principais testemunhas da defesa e que era considerada estando em lugar incerto e não sabido, foi localizada e esta no Fórum de Santana desde as 10:30 horas, aonde prestará seu depoimento, garantindo assim a plenitude de defesa, no Julgamento do Casal Nardoni.
A defesa afirma que a dinâmica do crime esta "em xeque" pois foi alterada, e realça ainda, que o exame de DNA, não garante nem corrobora o possível sangue encontrado e relatado pela perícia.
A defesa ainda deverá sustentar a tese da terceira pessoa ou um acidente domiciliar (acidente doméstico). Na verdade, como afirmam diversos e conceituados especialistas do Direito, o juri e resultado é uma grande surpresa, pois é direito inclusive dos jurados, se dirigirem aos lugares citados pelas partes, se houver dúvidas por parte dos senhores julgadores.
Atualizado 22.03.2010 - 11:17 BRT - 14:17 GMT
Ana Carolina Cunha de Oliveira, mãe da pequena Isabella, chega ao Fórum de Santana, aonde será realizado o Julgamento do Casal Nardoni
Ana Carolina Oliveira, acaba de chegar ao Fórum de Santana.
Em dois carros, com os vidros escuros, Ana (Carol) acompanhada de familiares, entre estes seu pai (Seu Zé) Dona Rosa, Felipe, os familiares maternos de Isabella e um advogado da família, adentraram o Fórum.
Os dois veículos entraram por um acesso restrito lateral do Fórum Regional de Santana, Zona Norte de São Paulo, e nenhum dos familiares maternos da pequena Isabella, irão se manifestar nem conceder entrevistas por enquanto.
Ana Carolina Oliveira, na posição e parecer do representante do Ministério Público, Doutor Francisco Cembranelli, é uma das mais importantes testemunhas para a acusação.
A movimentação na Frente do Fórum e laterais é imensa, muita gente e imprensas diversas, aguardam o começo do Julgamento do Casal Nardoni.
Uma média de setenta e sete pessoas deverão assistir ao Primeiro dia de Julgamento, que muito provavelmente se estenderá até o dia 26 de março de 2010, ou seja três dias antes de completar dois anos da morte de Isabella.
Atualizado 22.03.2010 - 10:30 BRT - 13:30 GMT
Por Elizabeth Misciasci
Duas mini maquetes foram encomendadas e confeccionadas e deverão serem utilizadas durante o decorrer do Julgamento do Casal Nardoni.
É a primeira vez, que no Brasil, e em razão do próprio avanço tecnológico, que se utiliza maquetes deste tipo, como objeto de instrução e condução de um Caso na Vara do Juri.
Uma maquete artesanal busca representar fielmente a realidade usando materiais de simples manuseio e baixo custo e é muito usada no meio acadêmico.
De acordo com informações de um assistente criminal, que se encontra no Fórum Regional de Santana, há também uma réplica do apartamento do Casal Alexandre Alves Nardoni e Anna Carolina Trotta Jatobá, no Edifício London. No entanto, a respectiva réplica, está "guardada a sete chaves".
Atualizado 22.03.2010 - 08:30 BRT - 11:30 GMT
Por Elizabeth Misciasci
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Trottá Jatobá, chegaram por volta das 08:25 no Fórum Regional de Santana, Zona Norte de São Paulo.
O Casal Nardoni, que viajou em viaturas separadas, (Anna Jatobá, no conhecido "Bonde" carro maior e Alexandre em uma viatura menor), seguiram incomunicáveis, algemados e cada um com sua respectiva escolta, mas num mesmo horário, percurso e combio, a fim de serem assim preservadas a integridade de todos, chegando seguros até a Capital Paulista.
Nardoni e Jatobá, deverão permanecer na carceragem do Fórum de Santana, até o horário previsto para o começo dos trâmites formais do julgamento no Tribunal do Juri, quando serão conduzidos ao plenário.
É neste Fórum Criminal, (o Fórum Regional de Santana), que o casal Nardoni, denunciado pelo Ministério Público e apontado em relatórios policiais e períciais, permanecerão para acompanhar o Julgamento, aonde são acusados e serão julgados pelo assassinato da pequena Isabella Oliveira, em 29 de março de 2008.
As quarenta pessoas, (23 mulheres e 17 homens), convocadas para o sorteio que formará o corpo de Jurados do Caso Isabella, também já se encontram todos no Fórum Regional de Santana.
O Julgamento esta previsto para se iniciar às 13:00 horas, (Horário de Brasília).
As Notícias do Julgamento do Casal Nardoni, também poderão ser conferidas no link abaixo
Manifestação Pacífica e apoio em Memória de Isabella, será realizado durante o Julgamento do Casal Nardoni
Últimas Notícias do Julgamento do Casal Nardoni - Leia e acompanhe Aqui
Atualizado 21 de março de 2010
Por Elizabeth Misciasci
Manifestação Pacífica e apoio em Memória de Isabella, será realizado durante o Julgamento do Casal Nardoni
Por volta das 12:30 h, do dia 22 de março de 2010, as idealizadoras do Movimento Isabella,com organização de Sandra Domingues e Alyne Cruz, estarão com faixas e cartazes, na frente do Fórum Regional de Santana, na Casa Verde, Zona Norte de São Paulo. Contando com o apoio e presença do grupo EUVI (Encontro Unificado das Vítimas da Impunidade) e ativistas, participantes de comunidades no Orkut, de forma pacífica se mobilizarão. Se for possível, as pessoas do Bem, podem e devem comparecer, aproveitando também para conhecer parte do grupo.

Dois Anos sem Isabella - Por Elizabeth Misciasci
O Abalo Público do Caso Isabella - Leia Na íntegra Aqui
Advogados de defesa do casal Nardoni não vão pedir adiamento do julgamento por causa de ausência de testemunha
SÃO PAULO - A advogada Roselle Soglio, que faz parte da equipe de defesa de Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá, afirmou que a defesa não pedirá ao juiz Maurício Fossen que adie o julgamento do casal (acusado de matar Isabella Nardoni, de 5 anos, em 29 de março de 2008) por causa da ausência do pedreiro Gabriel Santos Neto. O pedreiro é uma das testemunhas convocadas pela defesa do casal, mas não foi até agora localizado por oficiais de Justiça do 2.º Tribunal do Júri e sua presença no julgamento, que começa nesta segunda feira às 13h em São Paulo, não está garantida.
- Não vamos pedir adiamento por isso - afirmou por telefone Roselle Soglio, que juntamente com os também advogados Roberto Podval e Ricardo Martins, integra a equipe responsável pela defesa de Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá.
Logo depois da morte de Isabella, o pedreiro Gabriel Santos Neto deu uma entrevista a um jornal de São Paulo afirmando que a obra na qual trabalhava havia sido invadida na mesma noite da morte de Isabella. Gabriel morava no local, mas não viu a invasão, apenas percebeu na manhã seguinte que a porta do local onde morava tinha sido arrombada. O terreno ficava ao lado do prédio onde viviam Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá e de onde Isabella foi jogada da janela do sexto andar. No entanto, ao ser intimado pela Polícia Civil durante as investigações, Gabriel Santos Neto negou as alegações que fez ao repórter do jornal. O repórter que entrevistou Gabriel é testemunha de defesa no julgamento.
Os trâmites legais permitem que a defesa faça um pedido de adiamento a qualquer momento, inclusive na hora do julgamento, quando a petição pode ser entregue pessoalmente ao juiz.
Por Márcia Abos - O Globo
Mineiro afirma realizar o protesto "em favor da família"
A pouco mais de 20 horas para o início do julgamento pela morte de Isabella Nardoni, um empresário mineiro realiza um protesto solitário em frente ao Fórum de Santana, na zona norte de São Paulo. Cercado de cartazes, Andre Luiz Dos Santos, 49 anos, se amarrou a uma cruz feita de paus.
Ele viajou 700 km desde a cidade de Ponte Nova, em Minas Gerais, para estar próximo do julgamento. "Realizo este protesto em várias cidades do País em favor da família", disse. Desta forma, pretende ficar durante a semana do julgamento.
Segurança
O TJ definiu, na tarde de quinta-feira, o esquema de cobertura de imprensa do julgamento da morte da menina. De acordo com o TJ, não será permitido o registro de qualquer imagem ou áudio durante os trabalhos, por proibição do juiz Maurício Fossen.
A intenção é preservar a identidade dos jurados. Todos os profissionais de imprensa terão que deixar o equipamento em uma sala reservada e haverá a alternância do acesso da imprensa ao plenário a cada hora.
Os jurados ficarão hospedados em alojamentos no Fórum da Barra Funda e os réus, Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá, em uma casa de detenção da Grande São Paulo, que ainda não foi definida. O júri popular terá início às 13h e deve terminar na quinta ou na sexta-feira.
Com Informações Da Redação do Terra

Desde que a vida de sua família mudou, em 29 de março de 2008, o advogado tributarista Antônio Nardoni,pai de Alexandre Nardoni, assumiu o papel de maior defensor da inocência do filho e da nora, Anna Carolina Jatobá, acusados pela morte de Isabella. Acompanhou depoimentos, elaborou dossiê destacando o que considera problemas no inquérito e alega "confiança total" na inocência dos dois. Às vésperas do julgamento, ele se diz injustiçado. "Não se procura mais justiça. Agora, o que estão querendo é vingança", afirma...
Leia Na íntegra Aqui
O Abalo Público do Caso Isabella - Leia Na íntegra Aqui
Advogados de defesa do casal Nardoni não vão pedir adiamento do julgamento por causa de ausência de testemunha
SÃO PAULO - A advogada Roselle Soglio, que faz parte da equipe de defesa de Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá, afirmou que a defesa não pedirá ao juiz Maurício Fossen que adie o julgamento do casal (acusado de matar Isabella Nardoni, de 5 anos, em 29 de março de 2008) por causa da ausência do pedreiro Gabriel Santos Neto. O pedreiro é uma das testemunhas convocadas pela defesa do casal, mas não foi até agora localizado por oficiais de Justiça do 2.º Tribunal do Júri e sua presença no julgamento, que começa nesta segunda feira às 13h em São Paulo, não está garantida.
- Não vamos pedir adiamento por isso - afirmou por telefone Roselle Soglio, que juntamente com os também advogados Roberto Podval e Ricardo Martins, integra a equipe responsável pela defesa de Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá.
Logo depois da morte de Isabella, o pedreiro Gabriel Santos Neto deu uma entrevista a um jornal de São Paulo afirmando que a obra na qual trabalhava havia sido invadida na mesma noite da morte de Isabella. Gabriel morava no local, mas não viu a invasão, apenas percebeu na manhã seguinte que a porta do local onde morava tinha sido arrombada. O terreno ficava ao lado do prédio onde viviam Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá e de onde Isabella foi jogada da janela do sexto andar. No entanto, ao ser intimado pela Polícia Civil durante as investigações, Gabriel Santos Neto negou as alegações que fez ao repórter do jornal. O repórter que entrevistou Gabriel é testemunha de defesa no julgamento.
Os trâmites legais permitem que a defesa faça um pedido de adiamento a qualquer momento, inclusive na hora do julgamento, quando a petição pode ser entregue pessoalmente ao juiz.
Por Márcia Abos - O Globo
Mineiro afirma realizar o protesto "em favor da família"
A pouco mais de 20 horas para o início do julgamento pela morte de Isabella Nardoni, um empresário mineiro realiza um protesto solitário em frente ao Fórum de Santana, na zona norte de São Paulo. Cercado de cartazes, Andre Luiz Dos Santos, 49 anos, se amarrou a uma cruz feita de paus.
Ele viajou 700 km desde a cidade de Ponte Nova, em Minas Gerais, para estar próximo do julgamento. "Realizo este protesto em várias cidades do País em favor da família", disse. Desta forma, pretende ficar durante a semana do julgamento.
Segurança
O TJ definiu, na tarde de quinta-feira, o esquema de cobertura de imprensa do julgamento da morte da menina. De acordo com o TJ, não será permitido o registro de qualquer imagem ou áudio durante os trabalhos, por proibição do juiz Maurício Fossen.
A intenção é preservar a identidade dos jurados. Todos os profissionais de imprensa terão que deixar o equipamento em uma sala reservada e haverá a alternância do acesso da imprensa ao plenário a cada hora.
Os jurados ficarão hospedados em alojamentos no Fórum da Barra Funda e os réus, Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá, em uma casa de detenção da Grande São Paulo, que ainda não foi definida. O júri popular terá início às 13h e deve terminar na quinta ou na sexta-feira.
Com Informações Da Redação do Terra

Desde que a vida de sua família mudou, em 29 de março de 2008, o advogado tributarista Antônio Nardoni,pai de Alexandre Nardoni, assumiu o papel de maior defensor da inocência do filho e da nora, Anna Carolina Jatobá, acusados pela morte de Isabella. Acompanhou depoimentos, elaborou dossiê destacando o que considera problemas no inquérito e alega "confiança total" na inocência dos dois. Às vésperas do julgamento, ele se diz injustiçado. "Não se procura mais justiça. Agora, o que estão querendo é vingança", afirma...
Leia Na íntegra Aqui

Atualizado 16 de março de 2010
Tribunal de Justiça, retornou com indeferimento a anulação do julgamento do casal Nardoni
O TJ (Tribunal de Justiça de São Paulo) inderefiu mais um pedido de habeas corpus, impetrado pela defesa dos acusados da morte de Isabella Nardoni.
O HC, tinha como Mérito, requerer a suspensão do julgamento do casal Alexandre Alves Nardoni e Ana Carolina Trottá Jatobá, que esta marcado e permanece confirmado para o próximo dia 22 de março de 2010, às 13 horas, no Fórum Regional de Santana - Sp.
No Despacho, Desembargador, fundamentou:
- "Nada obsta, ao reverso tudo recomenda e determina o julgamento com início marcado para a próxima segunda-feira (22)", despachou o desembargador Luís Soares de Mello.
Por: Elizabeth Misciasci
Atualizado 05 de março de 2010
STF nega adiamento de julgamento do casal Nardoni
O Supremo Tribunal Federal (STF) negou a liminar que pedia o adiamento do julgamento de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá. Segundo a assessoria de imprensa do STF, o ministro Joaquim Barbosa tomou essa decisão na tarde de ontem (04.03;2010)
A defesa entrou com o pedido no dia 22 de fevereiro. O julgamento está marcado para o dia 22 de março no Fórum de Santana, na zona norte.
O casal é acusado de matar a filha de Nardoni, Isabella Nardoni, em março de 2008, em São Paulo. Na época do crime, a garota tinha 5 anos. A acusação foi feita ao casal por suspeita de que eles teriam limpado o apartamento após o crime. Eles aguardam o julgamento presos em Tremembé (SP) e afirmam ser inocentes.
Isabella morreu ao ser atirada do 6º andar do prédio em que seu pai e a madrasta moravam, na Vila Mazzei, na zona norte da cidade. A menina morava com a mãe, Ana Carolina de Oliveira, e passava finais de semana com o pai e a madrasta.
O casal é acusado de homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima.
Da Agência Estado
Atualizado 22 de fevereiro de 2010
Defesa entra com recurso e julgamento dos Nardoni pode ser adiado.
Roberto Podval pediu exclusão da acusação de fraude processual.
Pedido foi feito nesta segunda (22) no STF; falta um mês para o júri.
A defesa do casal Nardoni entrou no fim da tarde desta segunda-feira (22) com um recurso no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, pedindo a retirada da acusação de “fraude processual” contra Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, réus no processo onde são acusados de matar Isabella Nardoni, então com 5 anos em 29 de março de 2008, em São Paulo. A assessoria de imprensa do STF confirmou que a defesa entrou com o recurso.
A análise do pedido poderá adiar a data do julgamento do pai e da madrasta da menina morta, como já havia informado o G1. O júri popular está marcado para às 13h do próximo dia 22 de março no Fórum de Santana, na Zona Norte.
Isabella morreu ao cair do sexto andar do prédio onde moravam os acusados. Para a acusação, após uma discussão, Jatobá tentou esganar a criança e Alexandre a jogou do sexto andar do apartamento pela janela. O casal alega inocência. Chegou a dizer que algum ladrão, que nunca foi encontrado, cometeu o crime.
Os réus serão julgados pelos crimes de homicídio triplamente qualificado (meio cruel, impossibilidade de defesa da vítima, visando garantir impunidade de delito anteriormente praticado) e fraude processual (limpar a cena do crime antes da chegada da polícia).
No habeas corpus impetrado nesta segunda, o advogado Roberto Podval, que defende o casal Nardoni, afirmou que pede ao Supremo dar sua decisão antes do dia júri do casal. Independentemente disso, caso o pedido de revisão da acusação de fraude processual não seja julgado pelo STF até o julgamento, o órgão em Brasília pode conceder uma liminar suspendendo provisoriamente o júri.
Protelar
Em seu pedido, Podval contesta a versão de que Alexandre e Jatobá mexeram no apartamento para encobrir vestígios de sangue de Isabella. “Outras pessoas, além do casal, também estiveram no local”, rebate o advogado, que refuta a tese de que esse habeas corpus foi feito com o intuito de protelar a data do julgamento.
Segundo o advogado, caberá ao STF decidir se vai pedir ou não o adiamento do julgamento para analisar o novo habeas corpus. “Se a decisão do Supremo for dada após o julgamento, poderá causar prejuízo a muitas partes envolvidas”, disse Podval.
Dez recursos já foram impetrados por advogados do casal Nardoni no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), três no STJ e seis no STF.
No entender de especialistas a questão da fraude processual não teria tempo hábil para ser apreciada pelo Supremo antes do dia 22. E também não deveria ser analisada depois do júri porque está diretamente relacionada, por exemplo, ao tempo da pena que o casal pode receber, no caso de uma eventual condenação.
O promotor do caso, Francisco Cembranelli, sempre entendeu que a decisão de o advogado dos Nardoni entrar com um habeas corpus sugere que ele esteja fazendo uma manobra para tentar prorrogar a data do julgamento dos réus.
Por Kleber Tomaz Do G1, em São Paulo
Caso Isabella na íntegra: http://www.eunanet.net/beth/indice_caso_isabella.php
Atualizado 15 de Dezembro de 2009
Justiça marca data do julgamento do casal Nardoni
De acordo com o Tribunal de Justiça de São Paulo, o juiz Mauricio Fossen, do 2º Tribunal do Júri do Fórum de Santana, marcou o júri para o próximo dia 22 de março de 2010, às 13 horas.
O magistrado relata na decisão que “todas as perícias complementares solicitadas foram realizadas, assim como seja permitido o acesso das partes às provas que integram o processo”.
COMARCA de São Paulo, Veja abaixo o teor do Despacho na íntegra
FORO REGIONAL I - SANTANA
2ª VARA DO JÚRI
AV: ENGENHEIRO CAETANO ALVARES, 594, SANTANA - CEP 02546-000
Processo nº 001.08.002241-4 - p. 1
DESPACHO
Processo nº: 001.08.002241-4 - Crime de Homicídio Doloso (art. 121, Cp)
Autor: JUSTIÇA PÚBLICA
Réu: Anna Carolina Trota Peixoto Jatoba e outro
C O N C L U S Ã O
Em 15 de dezembro de 2.009, faço estes autos
conclusos para o(a) MM(a). Juiz (a) de Direito,
DR.(a) MAURICIO FOSSEN, em exercício
neste 2º Tribunal do Júri da Capital - Foro
Regional I Santana. Eu,__, Escr., subscrevi.
VISTOS.
1. Apesar dos II. Drs. Defensores dos réus, como também o nobre representante do Ministério Público e a Drª. Assistente de Acusação terem estado presentes durante a realização dos exames complementares perante o Núcleo de Biologia do Instituto de Criminalística do Estado de São Paulo e terem recebido diretamente as explicações daquele trabalho técnico realizado por eles diretamente daqueles II. Peritos que o subscreveram, onde, após colheita de novo material genético dos réus, concluíram que as amostras sanguíneas que se encontravam preservadas perante aquele órgão público e que teriam sido utilizadas para elaboração de laudos anteriores – apesar dos réus terem negado que haviam fornecido aquele material – realmente pertenciam aos mesmos, o fato é que, a fim de evitar eventual alegação futura de nulidade, determino que lhes seja dada ciência do teor do laudo pericial de fls. 4.817/4.832, que foi juntado agora aos autos, contendo aquela conclusão acima referida. Dê-se ciência às partes também quanto às respostas apresentadas pelos Srs. Peritos do Instituto de Criminalística às fls. 4.798/4.815, quanto aos quesitos complementares que haviam sido formulados pela Defesa dos réus.
Processo nº 001.08.002241-4 - p. 2
2. Quanto ao pedido formulado pelos II. Drs. Defensores dos réus às fls. 4.796, visando ter acesso às “chapas” das radiografias que serviram de base à elaboração do laudo de radiologia que compõe o laudo necroscópico da vítima, tal questão já foi decidida anteriormente por este Juízo através da decisão de fls. 4.551/4.554, a qual assegurou a todas as partes o acesso às provas que compõem estes autos, inclusive aqueles que serviram de fundamento para a elaboração de laudos periciais, estas últimas, no entanto, com a ressalva de que seriam disponibilizadas nos próprios ambientes dos órgãos técnicos que as realizaram, sob a supervisão de perito indicado pelo respectivo órgão, tal como previsto no art. 200, parágrafo sexto do Código de Processo Penal, com a nova redação que lhe foi dada pela Lei nº 11.689/2008.
Em sendo assim, determino que seja oficiado ao I.M.L. para que informe a este Juízo, com antecedência mínima de 10 dias, a data a ser designada para que as partes possam ter acesso às referidas “chapas” das radiografias da vítima, no próprio ambiente daquele Instituto, a fim de que este Juízo possa intimar as partes para, se quiserem, lá comparecerem na data previamente agendada, na presença e sob fiscalização de perito indicado pelo órgão.
Com a vinda aos autos da resposta com a designação da data para a realização do ato, intimem-se as partes.
Caso os réus desejem se fazer acompanhar de Assistente Técnico naquela ocasião, deverão informar seus dados qualificativos, a fim de proceder sua devida habilitação nos autos, com antecedência mínima de 05 dias, sob pena de ficar indeferida sua participação no ato.
3. Por fim, como todas as diligências deferidas por este Juízo, que haviam sido requeridas pelas partes na fase do art. 422 do Código de Processo Penal, já foram realizadas com exceção da maquete do edifício London, a qual, no entanto, segundo informação apresentada pelo nobre representante do Ministério Público às fls. 4.816, já se encontra em fase final de conclusão, devendo ser disponibilizada em poucos dias salvo eventuais esclarecimentos que poderão ser prontamente respondidos, verifica-se que o feito já se encontra em termos e pronto para julgamento, daí porque fica aqui designado o próximo dia 22 de março de 2.010, às 13:00 horas,para realização do julgamento dos réus ALEXANDRE ALVES NARDONI e ANNA CAROLINA TROTA PEIXOTO JATOBÁ em Plenário perante este 2º Tribunal de Júri da Capital.
Processo nº 001.08.002241-4 - p. 3
Determino, pois, que a Serventia providencie a intimação das testemunhas arroladas pelas partes, requisitando-se aquelas que sejam funcionários públicos e expeçam-se cartas precatórias, se o caso.
Requisitem-se a apresentação dos réus em Plenário.
Solicite-se serviço de estenotipia junto à Presidência do Egrégio Com informações: Tribunal de Justiça de São Paulo.
Despacho proferido: São Paulo, 15 de dezembro de 2009.






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