30/03/2010

10 modismos e tribos urbanas da década

A primeira década dos anos 2000 foi marcada por várias tribos urbanas e grupos que dividiam os mesmos ideais ou os mesmos gostos e modismos. Relembre quais foram as mais marcantes:
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Emo/From UK: olhos pintados e franjas escorridas. Se antes as brigas eram punks contra metaleiros e hippies contra yuppies agora são todos contra os emos. Os From UK foram uma versão pokemón evoluída, com cabelos espetados, roupas mais coloridas e a busca incessante pela popularidade na internet.
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Webcelebridades: As celebridades de internet se dividem-se em dois tipos: os sortudos (ou não), que foram flagrados fazendo algo ridículo ou engraçado e os que surgiram na internet e foram para outros meios (como Marimoon, a fotologger que virou VJ da MTV.)
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Bling Bling: Turma que não economizava nas joias caríssimas e acessórios com muito brilho e glamour. Com seus anéis, pulseiras e colares de milhões de dólares. (o rapper P. Diddy era considerado o Rei do Bling Bling. No Brasil, o modismo pegou forte entre jogadores de futebol como Ronaldinho Gaúcho).
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Nerds: Se nos anos 80 e 90 os nerds apanhavam na escola, agora eles mandam no mundo e faturam milhões antes mesmo dos 30 anos criando softwares mirabolantes ou tendo ideias bestas mas que ninguém teve antes.
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Hipsters: Lançadores de tendências na música e na moda, os clubbers niilistas e podem ter acabado com a cultura ocidental como acusou a revista Adbusters.
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Periguetes: O termo inicialmente era usado para definir menores de idade que adoram se exibir na internet com fotos em poses sensuais (periguete vem de perigo pois menor de idade é “chave de cadeia”), o termo acabou crescendo e virou denominação para qualquer mulher que gosta de se exibir e usar roupas curtas e coladas.
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Funkeiros: Com um gravador em casa e muitas ideias (às vezes erradas) na cabeça, os funkeiros foram uma versão dos punks. Execrados pela crítica e público, invadiram a classe média depois que seus batidões conquistaram a Europa e Estados Unidos.
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Wannabe DJs: Como bem retratou o Tumblr Mão No Botão, Pose pra Foto, todo mundo “atacou de DJ”, de ex-BBBs ao jornalista Carlos Tramontina, passando pela saudosa atriz Leila Lopes.
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Indies: Pais do emos, os indies tímidos dos anos 90 agora até são mais alegrinhos e comunicativos (culpa da internet?). Os fanzines viraram os blogs de música, eles continuam amando cinema europeu e camisetas de suas bandas desconhecidas favoritas. Também nas versões twee (fãs de coisas fofinhas, vinil e roupinhas do vovô) e barbudos (fãs de post rock, bonés de caminhoneiro e da série Meu Nome é Earl).
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Artistas urbanos: De repente todo mundo virou artista só porque fez uns stickers pra colar nas grandes avenidas. A street art ganhou status e foi acolhida definitivamente nas galerias, no design de marcas, roupas e música. E apesar de ter revelado para o mundo artistas geniais como OsGêmeos e Carlos Dias, fez com que outros pegassem o embalo e usassem o grafite pra se promover na tentativa de serem os próximos Basquiat.
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Menções honrosas: new ravers, ciclistas, vegans, fashionistas, metrosexuais, cosplayers, otakus, dirces, geeks, steampunks, novas pin ups (fãs do estilo de Dita Von Teese).

3 comentários:

The papa disse...

Para o bem e para o mal os emos e os nerds foram os que mais se destacaram.

Lucas disse...

Ninguem lembra dos playsson...
Sao tipo emos, mas meio mano ("eh nois que ta kchorro ta ligaduu?")

Aposto que todo mundo ja viu um, e achou que fosse so mais um emo...

Igor Balieiro disse...

os emos são os melhor *o*